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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

FEMEN MOVEMENT DE GAROTAS DA UCRÂNIA, MOVIMENTO NEOFEMINISTA DE MAIOR IMPACTO NA ATUALIDADE

Como três jovens ( com pouco mais de vinte anos ) conseguem se organizar de forma criativa, levantarem as suas vozes, denunciando e exigindo uma atitude por parte do governo de seu país, e hoje confrontam outros poderes como o da economia europeia, a igreja católica romana, bem como a de outros países, tudo em defesa das mulheres.  Pelas mulheres da Arábia saudita, muitas delas ricas e estudadas, bradam: "Carros para as mulheres, Camelos para os homens"; pelas mulheres italianas: "Não precisamos de sexo já somos abusadas pelo governo todos os dias"; pelas mulheres da Bulgária após tomarem conhecimento da situação de violência das mulheres do Brasil: " Mulheres não são saco de pancada" e "prisão aos espancadores".

Somos os primeiros a escrever sobre elas e levá-las a sério na blogosfera brasileira, a cerca de dois anos ou mais. As apoiamos enviando-lhes quase diariamente palavras de estímulo por serem merecedoras de pelo menos solidariedade na sua luta que longe do que se imagina, seja fácil e gratuita. O cérebro de tudo e a origem desse movimento é pequena ruiva Anna Hutsol, economista a que primeiro percebeu a exploração, a falta de opções, e a desvalorização não só da mulher ucraniana perante o mundo mas por consequência a desvalorização de seu próprio país e a oposição a tudo isso foi sintetizada nos bordões aos gritos em via pública ostentando os seios jovens de suas militantes: "Ucrânia não é um Bordel" e Não  somos Prostitutas".

Por tudo isso os milhares de leitores ocasionais ou não desse blog que se propõe como ofício relacionado a minha carreira de professor de Artes se transformou em um palanque indireto, de divulgação no Brasil e apoio a causa legítima das jovens ucranianas. Por essas e por outras, resolvemos criar um blog que buscará reunir pessoas que se alinhem a uma proposta de criar um movimento diferente e sem nenhuma ligação legal, somente afetiva com os ideias das FEMENs ucranianas. 

O link desse novo blog, especificamente criado para defender a causa feminina é:

 http://femembr.blogspot.com/

A primeira e segunda postagens são dedicadas, a primeira aos devidos esclarecimentos, e a segunda trás um dos melhores documentários feitos sobre o grupo de ativistas ucranianas, com legendas em inglês. Você é convidado (a) a seguir esse novo blog e acompanhar as últimas medidas em favor  das mulheres no Brasil e no mundo e como as mais contundentes injustiças cometidas contra as mulheres em pleno século XXI.

Por Helvécio S. Pereira

Graduado em História da Arte, desenho e plástica pela EBA /UFMG

e em pedagogia pela FAE/UEMG

Professor de duas redes públicas em Belo Horizonte Minas Gerais e ex-formador  da GPLI, ligada à Secretaria da Educação da PBH por cerca de seis anos.

Blogueiro desde 2011, professor, compositor, pintor, ilustrador e desenhista

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

NO BRASIL A CADA MINUTO QUATRO MULHERES SOFREM ALGUM TIPO DE VIOLÊNCIA INCLUÍDAS A SEXUAL. O QUE FOI UMA NOSSA HOMENAGEM AO GRUPO FEMEN DA UCRÂNIA ( QUE HOJE INFELIZMENTE NÃO SE ATÉM AO QUE PARECIA DEFENDER COMO IDEAL NO SEU INÍCIO )

Só no ano passado ( 2011) nos últimos dois meses, não poucas mulheres com promissoras carreiras e vidas foram mortas, assassinadas por pseudo amantes, assaltos, maridos, etc. Fazem parte de uma horrorosa estatística que a cada dia é adicionada a ela novas vítimas. A sociedade as lamenta, a imprensa as lamenta, as famílias,  as lamentam, mas somente até a próxima vítima. A igreja católica romana encomenda igualmente as almas da mulheres vítimas, dos seus amantes assassínios e as vezes suicidas, e não poucas vezes fugitivos e inalcançados  da justiça.

Ainda nessa estatística estão as mulheres motoristas, as mulheres caronas ao lado de um amante motorista alcoolizado e irresponsável. Por outro lado as as centenas que se safam em parte desse fadado destino ditado pelo gênero, transformadas em celebridades pelo valor artificial e patético do "bumbum" e pelas ofertas milionárias das revistas masculinas e da exposição dos realitys shows televisivos.



"Last year alone (2011) in the last two months, not a few women with promising careers and lives have been killed, murdered by pseudo lovers, assaults, husbands, etc.. They are part of a horrifying statistic that each day is added to it new victims. The company the regrets, regrets the press, families, mourn,but only until the next victim. The Roman Catholic Church also order the souls of women victims, murders her lovers and sometimes suicidal, and are often unreached and fugitives of justice.

Although those statistics are women driverswomen rides next to a drunk driver and irresponsible lover. On the other hand the hundreds who get away with this doomed fate in part dictated by gender, celebrities transformed into the value of the artificial and pathetic "butt" and offers the millions of men's magazines and television shows realitys exposure."

No porão social, nos guetos, há todo o tipo de prostitutas, nos bairros que nem são mais boêmios, mas de sexo self-service. Na relação prostitutas-clientes sabe-se que para maior lucro, nada de conversas, carinhos, mas direto ao ponto, ou seja a cópula em troca de pagamento rápido e em espécie. Segundo um importante médico especialista conceituado no Brasil, a Sífilis retorna a níveis de contaminação nunca alcançados em mais de trinta e seis anos. A igreja é patética  no combate a tudo, particularmente a católica romana, pois se vê a si mesmo evergonhada por parte de seus religiosos criminosos do crime sexual mais hediondo, o crime da pedofilia.

Por essas e por outras, apoio, me alinho, pelo menos na paixão e no sentimento, que motiva as garotas do FEMEN MOVEMENT da Ucrânia, terra natal de uma de nossas maiores escritoras, vinda para o Brasil ainda pequena,  Clarice Lispector.  As garotas do FEMEN se sentem profundamente incomodadas em terem o seu país, a sua terra, com lindas mulheres loiras, castanhas e hoje também mulatas e orientais, ser conhecido como o Bordel da Europa. 

Nas palavras de Inna, uma das integrantes do grupo, filha de professora, as mulheres ucranianas têm diante de si duas opções: serem professoras ou prostitutas. Ela certamente poderia ser as duas coisas, se desejasse, por sua beleza e inteligência, mas ela e suas amigas não só não querem esse futuro para si mesmas, imposto por circunstâncais cada vez mais determinantes, como nem para as suas futuras filhas.

Gostaríamos que no Brasil, mulheres tivessem maior sensibilidade e consciência sobre essas questões. Não é o caso de imaginar um mundo sem bordéis, prostituas e usuários. Seria o mesmo que imaginar um mundo sem alcoólatras, sem fumantes, sem religiosos que não de sua religião, sem ateus, etc. O que não se quer que haja condições que não possibilitem as pessoas serem o que não gostaria de serem se pudessem escolher. Afinal quem contabilisa as multidões de infelizes, de suicidas, de depressivos, de dependentes, viciados em drogas, viciados em sexo, espancadores e espancados? Ou será que todos se safam e atravessam uma vida de prostituta ativa sem traumas, sem queixa, sem abuso?

Oxalá outros grupos no mundo surgissem e lutassem contra as mesmas coisas em seus países de origem. Boas idéias são indiscutivelmente boas idéias: A Cruz Vermelha, A Lua Crescente, Médicos  Sem Fronteiras, Sociedades Bíblicas, Os Gideões Internacionais, Exército da Salvação, As Santas Casas de Misericórdia, As Pontifícias Universidades Católicas ( PUCs ), A Voz dos Mártires, etc.

Fizemos um ensaio em homenagem as FEMENs, como em português as palavras terminam com "m" e não "n" criamos o FEMEM.BR.




"We would like in Brazil, women had greater sensitivity and awareness of these issues. Not the case to imagine a world without brothels, prostitutes and users. It would be like to imagine a world without alcoholics, no smoking, no religious not of their religion, not atheists, etc..What we do not want there to be conditions that do not allow people to be what I would not be if you could choose. After all who contabilisa crowds of unhappy, suicidal, the depressed, dependent, drug addicts, sex addicts,beaters and beaten? Or will all get away and go through an active life of a prostitute without trauma, without complaint, without abuse?

I hope other groups in the world arose and fought against the same things in their home countries. Good ideas are unquestionably good ideas: The Red Cross, The Moon Crescent, Doctors Without Borders, Bible Society, Gideons International, the Salvation Army, The Holy House of Mercy, The Pontifical Catholic Universities (PUCs), The Voice of the Martyrs, etc..."

We did an essay in honor of the FEMENs, as in Portuguese words ending in "m" and not "n" to create FEMEM.BR. "



DEDICADO ÀS BRAVAS E BELAS GAROTAS DO FEMEM DA UCRÂNIA










Por Helvécio S. Pereira

Graduado em História da Arte, desenho e plástica pela EBA /UFMG

e em pedagogia pela FAE/UEMG

Professor de duas redes públicas em Belo Horizonte Minas Gerais e ex-formador  da GPLI, ligada à Secretaria da Educação da PBH por cerca de seis anos.

Brogueiro desde 2011, professor, compositor, pintor, ilustrador e desenhista



DEPOIMENTO:


" Me tocou profundamente a declaração de Inna sobre o fato de sua mãe ser professora e ganhar 200 dólares e que a ela, Inna como as demais ucranianas jovens só restaria isso ou ganhar 100 dólares por noite sendo "puta". Sou professora, pedagoga, e a ofensa sexual contra a mulher aqui no Brasil é real inclusive nas escolas, sendo recorrente a ofensa de gênero às mulheres. 

Soube de uma professora grávida por volta dos seus sete meses que teve que ouvir de um pirralho de 11 anos uma ofensa sexual infame. A violência contra a mulher no Brasil é institucionalizada em todos os níveis sociais e econômicos. Para o homem latino, mulher é para sexo sempre ou eventualmente para sexo. Nós mulheres, para esses, somos um sexo com braços, pernas, intelecto as vezes, em volta. A violência e toda injustiça contra qualquer mulher é apenas o resultado de tudo isso. As mulheres sofrem violência até em igrejas. Há sempre homens caçando-as em todos os lugares, para abusá-las ou vendê-las de alguma forma, na tv, nas revistas masculinas, etc.  Por isso emprestei a minha imagem a essa postagem, sem intenção maior do que me solidarizar  com as valentes meninas do FEMEM. A elas e aos nobres homens que as apóiam na sua luta arriscada, suas famílias, um mais feliz 2012. " 

Por Rose, pedagoga, teóloga e mulher!

Há quatro anos apoiamos o FEMEN da Ucrânia e suas reivindicações públicas contra a violência contra às mulheres e juntos ( eu e minhas postagens em um blog criado em apoio a elas, criamos o mito Sarah Winter ( e ela a Sarah sabe muito bem disso ).

O movimento que era contra a pornografia e a prostituição impingida às mulheres em várias sociedades se corrompeu e passou a defender o direito ao aborto ( algo diferente da legalização do aborto para casos específicos ) o ativismo anticristão e o homossexualismo, encampando o pior do pior dos ativismos modernos.

Entretanto a triste e dramática situação de todas as mulheres, em todas as classes sociais não mudou muito, aliás, minorias com exigências esdruxulas tem a dianteira e são ouvidas socialmente, como homossexuais, negros, índios, tendo suas reivindicações e financiamentos às suas demandas prontamente atendidas e com grande repercussão na mídia.

As mulheres em todos os setores permanecem como coadjuvantes, convidadas e usadas conforme interesses desses setores, sejam políticos, ideológicos e até religiosos.



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domingo, 25 de dezembro de 2011

ATIVISTAS DO FEMEN SÃO HUMILHADAS E CONSTRANGIDAS, APÓS PROTESTO PACÍFICO E SOLITÁRIO EM QUE INCORPORARAM PERSONGENS E FIZERAM DENÚNCIAS GRAVES NA BIELORRÚSSIA. AS JOVENS PODEM TER SOFRIDO ALGUM TIPO DE ABUSO SEXUAL!

Como se tem calado os clamores das mulheres na história da humanidade? Quando não são caladas por não terem razão, calam-nas por lembrarem que são mulheres e que a última utilidade das mulheres é sexual, ou seja busca-se humilhá-las pela única coisa que não podem negar: que são mulheres e que portanto possuem um órgão feminino passivo de ser violado. Isso é tão primitivo e deve ser o detalhe mais aterrador para uma mulher, mais do que apanhamento, xingamento, prisão simples, etc... coisas que homens podem e são também passíveis de sofrer.


Первое интервью в Украине from FEMEN Video on Vimeo.






Uma das mais belas e jovens ativistas ucranianas, Inna Shevchenko ( acima e abaixo ) mais duas colegas tambem ativistas do FEMEN, Oksana Shachko, e  Alexander Nemchinova, segundo a reportagem abaixo disponivel na web, denuncia um possível abuso de autoridade bem a moda de qualquer força policial que vá além da lei em quaquer lugar do mundo. Mais do que servir ao estado, cumprir a lei reprimindo um protesto, trata-se da crueldade francamente masculina contra um ser mais frágil e que tem uma última vunerabilidade, a sua genitália, por razões mais que óbvias, a algo que em última instância qualquer macho humano devesse respeitar, por ser filho  de uma mulher, companheiro de uma também mulher, e passivel de ser pai de também uma mulher. Cada homem antes de praticar violência de gênero contra a mulher deveria lembrar e pensar nisso.

O QUE ACONTECEU?

Foi na Bielorrússia (ou Belarus, se preferir). Tudo aconteceu no dia 19 de dezembro, em frente à sede da KGB de Minsk, com cartazes onde se lia ‘Viva a Bielorrússia’ e ‘Liberdade para prisioneiros políticos’. Uma delas, a mais gordinha, inclusive usava um bigode e imitava o presidente do país, Alexander Lukashenko, tido como o último ditador da Europa.

O protesto foi amplamente noticiado mundo afora, pois todo mundo sabe como o regime de Minsk trata os dissidentes políticos: tortura, prisão e até a morte. As três meninas, Alexandra Nemtchinova, Inna Schevtchenko e Oksana Shachko, mais a australiana Kitty Green, acabaram, obviamente, presas, e seu paradeiro ficou desconhecido durante muitas horas.

A australiana apareceu, horas depois, em Vilnius, na Lituânia. Foi deportada e acompanhada pelos agentes da temida KGB local, após horas de interrogatório e ameaças. E Green só foi solta após um trabalho intenso da embaixadora australiana. Mas as ucranianas seguiam sumidas e assim ainda seguiram por mais de 24 horas.

Nossa opinião:

Dessa forma a humilhação sexual deveria por todos os motivos ser evitada a todo custo e a integridade sexual de qualquer mulher, da santa à protistuta, respeitada. Lamento e lamentam comigo, acredito, todos os homens e mulheres que se alinham a defesa dessas jovens ( todas bem abaixo de trinta anos ) estudantes universitárias na sua maioria, cerca de trezentas militantes só na Ucrância. Um grande beijo no coração das três fofinhas que, quase ( se choraram não houve testemunhas a sua dor e raiva ) às lágrimas relatam ao mundo esses terríveis e últimos fatos, já que embora contundente, se tratara de  um protesto pacífico, de quem só tem a força da própria expressão corporal, e a voz aos berros. Não bastaria ignorá-las e deixarem que fosse embora cansadas e satisfeitas por terem externado legitimamente o seu protesto?

Torçamos para que não desistam e que nenhuma delas tombem ou sofra mais do que xingamentos, pela sua militância barulhenta mas pacífica. Será que prefeririam atentados com bombas e tiiros? Não podem suportar a verdade aos berros levados por simples, lindos e inofencivos peitos femininos? Que tapem os ouvidos e olhem as mamas das garotas, mas deixem os seus berros serem ouvidos por todos e que a verdade prevaleça ou não.

Por Helvécio S. Pereira

Abaixo as últimas notícias acerca desse lamentável episódio:


A ativista do Femen Oksana Shechko ( a baixinha da foto ), uma das feministas presas, disse que ela e duas colegas foram capturadas pelos oficiais e obrigadas a tirarem a roupa no meio de uma floresta, onde foram ameaçadas de morte e estupradas. Elas foram também manchadas com um tipo de tinta e tiveram o cabelo cortado com uma faca.

De acordo com um comunicado divulgado pela organização, os oficiais "vendaram os olhos das três e as mantiveram em um ônibus durante toda a noite" antes de levá-las a uma floresta, acrescentando que eles também ameaçaram queimá-las.


O QUE CAUSOU TAL REAÇÃO POR PARTE DAS AUTORIDADES DA BIELORRÚSSIA?

Sem dúvida a manifestação contra a antiga e terrível KGB quando as ativistas teatralmente incorporaram a figura de Stalin ( veja a personagem incorporada pela ativista gordinha ao centro ) e pediram liberdade para presos políticos.

SS

SAIBA MAIS

A organização feminista Femen, da Ucrânia, defende que tirar a roupa é uma forma de libertar a mulher, em um mundo em que, segundo elas, os homens as dominam por meio da exploração sexual.

Desde 2008, o grupo, que diz ter mais de 300 militantes apenas na Ucrânia, vem realizando manifestações por motivos diversos.

Apenas nos últimos meses, elas já protestaram contra a prostituição, o turismo sexual, o álcool, os cortes dos serviços sociais voltados para a população, contra projeto que prevê o aumento da idade de aposentadoria para as mulheres e contra o julgamento da ex-premiê ucraniana Yulia Tymoshenko.




De fato quatro garotas ficaram desaparecidas por horas, as três que aprecem nas fotos e vídeos acima e uma quarta garota, Kitty Green ( a loirinha embaixo canto direito ), encarregada das filmagens e fotos regritradas pelo grupo a cada protesto. Até o a volta das quatro moças cartazes como esses foram divulgados na internet para busca de infomrações acerca de seu paradeiro.


EM QUE COSISTEM OS PROTESTOS SISTEMÁTICOS DAS ATIVISTAS DO FEMEN?

Há muito tempo que, infelizmente, a Bielorrússia convive com a repressão severa de um regime absolutamente anacrônico e bizarro. E, ainda infelizmente, ninguém no mundo parece se importar. Recentemente, uma ‘primavera’ foi sufocada com violência em Minsk e, novamente, ninguém deu a menor importância. Claro, não há nem petróleo nem grandes riquezas na Bielorrússia. E, ainda por cima, Lukashenko é um aprendiz de Putin. Se você se mete com ele, se mete com Putin. E ninguém quer isso.

E há muito tempo que o Femen briga em seu país contra um sistema político também neossoviético, corrupto e cruel com o povo. Se a forma é correta ou não, não me cabe julgar. Mas pensemos: elas lutam com o que tem, protestam veementemente e levam isso a sério. Isso é protestar e exigir liberdade política e de expressão.

Os protestos que acontecem em Moscou – e nas outras cidades russas – são teatros. Não tenha dúvida, não vão mudar nada. Todos são autorizados pelo governo, acontecem com hora marcada, nos dias em que Putin permite. O clima é sempre de carnaval, de feriado – e a maioria da população inclusive encara como tal, um feriado.

O que o Femen faz, creiam, é protestar, é ser oposição, na verdadeira acepção da palavra. É como os que lutaram contra a ditadura aqui e em todos os países do mundo. Gente que está disposta a dar a vida pela liberdade em seu país. Gente que quer mudar. Elas estão arriscando tudo para mudar uma realidade absolutamente patética e surreal. E não medem esforços para isso. Isso é protestar e ser oposição.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

FEMEN, EM PLENO INVERNO EM KIEV, EM MANIFESTAÇÃO CONTRA AS FESTAS DE BERLUSCONI EXPLORANDO JOVENS MENORES DE IDADE



O FEMEN MOVIMENT protesta contra o primeiro ministro italiano e suas festas regadas a lindas mulheres menores de idade. Os protestos das jovens do movimento FEMEN usam de personagens estéricos que se exibem sensual a afrontosamente em público, gritando palavras de ordem com grande visibilidade em locais públicos.

Entretanto longe de serem apenas irreverentes e sem profundidade as meninas sabem muito bem verbalizar o seu descontentamento contra algum estado de coisas relacionado a exploração da condição feminina e berram com força fazendo-se serem ouvidas não só na Ucrânia mas por parte da comunidade internacional. Apóio essas meninas que diferentemente de boa parcela da mulher brasileira usa o corpo e seus atributos femininos para ratificarem a exploração feminina por parte de uma sociedade machista. Parabéns meninas!

Por Helvécio S. Pereira




Ativistas protestavam contra tratamento dado a escândalos de Berlusconi. Ativistas do grupo feminista ucraniano Femen são detidas nesta segunda-feira (14) durante protesto em frente à Embaixada da Itália no país, em Kiev. 

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

A LINGUAGEM DO TEATRO, o uso de performances e a incorporação de personagens ocasionais, CONTINUA SER A GRANDE AÇÃO DO MOVIMENTO FEMEN DAS JOVENS UCRANIANAS, tudo politicamente incorreto

No dia da independência, as garotas do movimento Femen da Ucrânia, usaram da perfórmace e da sutil criação de personagens que desfilaram pelas principais ruas e avenidas da capital Kiev. A Ucrânia tem uma independência muito jovem, apenas 19 anos, tempo menor do que a idade da líder das feministas jovens e bonitas, nascida em 1983, a jovem Anna Hutsol.

Abaixo um relato sobre a movimentação ocorrida no último dia 25 de agosto de 2010, dia da idempendência da Ucrânia:


As comemorações do 19ºaniversário da independência nacional da Ucrânia ficaram também assinaladas pela presença de activistas do movimento FEMEN que procura defender naquele país os direitos das mulheres e procura lutar contra o turismo sexual, a escravatura sexual e alguns outros males sociais.
"Assim, "desinibidas", foi como algumas activistas da Organização dos Direitos das Mulheres (FEMEN) celebraram o 19.º aniversário da independência da Ucrânia, ontem em Kiev.
Com as frases "eu sou independente!" ou "Ucrânia sou eu", pintadas no corpo, as activistas queriam simbolizar a liberdade real do país, que viveu décadas sob a dominação soviética.
A atitude acabou sendo mal interpretada pela polícia que prendeu algumas activistas.
 Outros ucranianos preferiram assinalar a data mostrando o seu apoio à candidata da oposição, Yulia Tymoshenko, enquanto o Presidente pró-russo,Victor Ianukovitch, em discurso, defendeu a entrada da Ucrânia na UE."

Quem são as FEMEN 




As FEMEN são um movimento social composto na sua maior parte por mulheres, cerca de 15 mil membros ( integram-no alguns homens também) e que tem chamado já em ocasiões anteriores chamado a atenção internacional por as activistas se manifestarem em topless contra a prostituição e contra o turismo sexual.

Alguns dos objectivos deste movimento são desenvolver as capacidades intelectuais, morais e de liderança nas jovens ucranianas, e desenvolver a imagem da Ucrânia como um país onde existam oportunidades para as mulheres.
O movimento FEMEN foi fundado em 2008 por Hanna Hutsol (nascida em 1983) depois de ela ter ficado aturdida com as histórias de muitas mulheres ucranianas que têm sido atraídas para países estrangeiros com falsas promessas de trabalho, e que acabam por se tornarem vítimas do tráfico e escravatura sexual.
"Criei este movimento porque compreendí que havia falta de activistas femininas na nossa sociedade.
A Ucrânia é uma sociedade dominada pelos homens e na qual as mulheres têm um papel passivo".
Desde então a organização tem protagonizado bastantes manifestações "sexualmente apimentadas" em Kiev, junto dos gabinetes ministeriais e junto da embaixada turca em Kiev.
A senhora Hutsol, é veementemente contra a legalização da prostituição na Ucrânia e a FEMEN (que já integra perto de 15 mil jovens, sobretudo mulheres) propôs a introdução de leis na Ucrânia que criminalizem a indústria do sexo em Maio último.
A FEMEN justifica os seus métodos provocativos alegando "que este é o único meio de se ser ouvido neste país.


Esta forma de protesto é também uma forma de irónicamente alertar para muitas das incongruências de uma sociedade que continua a relegar os seus cidadãos do sexo feminino atribuindo-lhes um papel secundário.
"Se encenássemos os protestos tradicionais com bandeiras, os nossos protestos passariam despercebidos."


Partido Político


A organização tem a médio e longo prazo tornar-se um partido político e concorrer a alguns assentos na próxima jornada eleitoral para o parlamento ucraniano e também o de tornar-se um dos maiores movimentos feministas europeus.
Do Youtube assista uma matéria em russo ou ucraniano ( ??! )talvez os dois, línguas  faladas pelos cidadãos ucranianos.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

NÃO FOI UM OPORTUNISMO! GAROTAS DO FEMEN CONTINUAM A SUA LUTA EM PROL DA CIDADANIA, ATRAVÉS DO USO DA LINGUAGEM DA ARTE. DESSA VEZ CONTRA A VIOLÊNCIA, CONTRA A LIBERDADE DE EXPRESSÃO E MUITO MAIS SEMPRE COM O OLHAR PARA AS DEMANDAS MAIS ATUAIS!





Fazendo perfórmaces e protestando até serem ouvidas ...  a luta em prol da plena cidadania das jovens mulheres ucranianas.





Femem por trás das perfórmaces

                          



Assista ainda os vídeos a seguir:

VESTIDAS COMO POLICIAIS DO BATALHÃO DE CHOQUE, ELAS NA SUA PERFÓRMACE, AGRIDEM JORNALISTAS DE VERDADE, BATENDO COM SEUS SUPOSTOS CACETETES EM CÂMERAS E MICROFONES, DE MENTIRINHA CLARO, MAS DE FORMA BASTANTE EXPRESSIVA E CONTUNDENTE. PARABÉNS MENINAS!!!


 IUPIII!!!







domingo, 16 de maio de 2010

VALE A PENA SABER DO ENGAJAMENTO DESSAS JOVENS QUE AFIRMAM DE SI MESMAS: SOMOS BELAS MAS NÃO SOMOS PROSTITUTAS, EM NOME DE TODAS AS JOVENS MULHERES UCRANIANAS.


É prazeirosamente que mais uma vez faço questão de tonar publico e colaborar para que a luta dessas jovens do outro lado do mundo a favorda sua própria dignidade e por extensão das demais mulheres seja amplamente conhecida e se de algum modo a sua luta dor reprimida pessoas se solidariezem-se com a sua luta.

 

 


Um paraíso do turismo sexual

Cerca de vinte milhões de pessoas visitam a Ucrânia por ano. A capital Kiev é um destino popular. Infelizmente, uma das principais atrações turísticas é o sexo pago. Por anos, a Ucrânia foi uma fonte de mulheres para o mercado do sexo. E com as mudanças de regra de visto, além de exportar prostitutas, está importando clientes de garotas de programa.
O problema está muito mais grave agora com a crise econômica com desemprego 50% maior do que em anos anteriores. O ministro Yuriy Lutsenko recentemente declarou em rede nacional que o país está se tornando um paraíso para o turismo sexual.

“A Ucrânia não é um bordel”


Com a moeda desvalorizada e regime de fronteiras sem necessidade de visto para norte americanos e europeus desde 2005, os hotéis locais se transformaram em bordéis que facilitam seus hóspedes a encontrar as prostitutas. No ano passado, dois concierges de hotéis de elite foram presos por cafetinagem.
Um alerta para quem pensa que não há problemas com isso: a exploração de menores frequentemente anda de mãos dadas com a prostituição. Para Irina Konchenkova, presidente da ONG School of Equal Opportunities, 30% das prostitutas estão na faixa etária entre 11 a 17 anos.
Além desse polêmico assunto, existe um outro mais sutil: ao invés de procurar uma prostituta, o turista vai para bares e baladas seduzir garotas locais pagando bebidas e prometendo mundos e fundos… com a finalidade de a levar para a cama facilmente.

A Internet facilita a prostituição

O impacto das tecnologias da informação no tráfico de sexo é objeto da pesquisa de Donna Hughes, Pimps and Predators on the Internet, que conta como o colapso da União Soviética implicou em desemprego em massa a mais de seis milhões de mulheres russas, que ganhavam metade do salário de homens.


Konchenkova comenta como na Ucrânia existem adolescentes que sonham com o estilo de vida de luxúria, e que ao mesmo tempo tiram notas baixas na escola. Para ela, é essencial que exista uma mudança dessa mentalidade sonhadora para que ocorra o empoderamento necessário para prevenir a prostituição.

Entrevista com Anna Hutsol, líder dos protestos

 

 

Entrevistei a Anna Hutsol, que é a líder do FEMEN, um grupo que cria condições mais favoráveis para jovens mulheres se unir a um grupo social com a ideia geral de suporte mútuo e responsabilidade social.

Anna Hutsol, líder do FEMEN.
Victor – Anna, qual é a situação atual do turismo sexual na Ucrânia?
Anna – Desde 2005, quando a Ucrânia passou a dar vistos gratuitos de entrada no país, o fluxo de turistas aumentou. E com eles, vieram também os turistas sexuais.
A Ucrânia ficou com imagem de país de sexo fácil e repleto de prostitutas: primeiro, a Ucrânia é conhecida pelas suas belas mulheres. Segundo, é fato que 23% das prostitutas na Europa são ucranianas. A indústria do sexo usa técnicas de propaganda para ampliar esse efeito a seu favor.
Victor – Quais são os fatores relacionados aos problemas existentes hoje?
Anna – Pobreza, baixo índice de educação e aplicação inadequada da legislação e falta de apoio governamental para temas sociais… combinados com belas mulheres e cultura patriarcal. São todos fatores que podem transformar um país no paraíso do turismo sexual e prostituição.

Protesto em Kiev
Victor – Alguns websites que anunciam serviços de escorts dizem que como regra geral é perfeitamente possível receber prostitutas em seus quartos de hotel. E que em alguns casos em que a segurança do hotel apresentar restrições basta dar entre 10 a 20 dólares como propina para que tudo se resolva. A prostituição é legalizada na Ucrânia?
Anna – Não. E o que surpreende é que antes das eleições recentes que tivemos, o grupo FEMEN patrulhou a área Khreschatik, que é uma das regiões de maior movimento em Kiev, entrevistando estrangeiros que caminhavam pelas ruas. A maior parte não sabia que a prostituição não é legalizada na Ucrânia.
Victor – O que você acha das propostas de legalização da prostituição? Seria uma forma de ajudar as mulheres com maior regulamentação e controle, afastando riscos para as profissionais do sexo?
Anna – Eu diria que essa é uma falsa crença. As pessoas são enganadas a acreditar na ideia da legalização pois para elas essa seria uma liberdade de escolha. Quando se olha para as prostitutas ucranianas, a maior parte não tem escolha.
Victor – Na Suécia, a abordagem escolhida foi criminalizar o ato de compra do sexo. O que você acha dessa política?
Anna - Nós consideramos o chamado “Modelo Nórdico” como o melhor para a Ucrânia e, para ser sincera, para o mundo todo. A prostituição é um negócio que gera cada vez mais lucros. E, como todo negócio, é a demanda que estimula a oferta.
Dois importantes efeitos acontecem ao reprimir a demanda: a oferta diminui e também propagamos a ideia de que comprar outras pessoas é algo ruim e imoral. Nós consideramos a prostituição uma forma de escravidão moderna.
Victor – Como demais mulheres podem se unir ao seu movimento?
Anna – É muito fácil se juntar a FEMEN e a nossas campanhas. Apenas me mande um email ou me telefone. É simples assim. Nós estaremos em breve inaugurando o website www.femen.org e por lá faremos campanhas de Internet.
Por isso, mesmo quem não pode comparecer pessoalmente a nossos protestos pode se juntar, em qualquer lugar do mundo! Pelo momento, nós nos comunicamos pelo Facebook, MySpace e LiveJournal.
Victor – Anna, pode contar um pouco de sua história? O que a levou a lutar pelos direitos das mulheres?
Anna – Eu estive envolvida em trabalho social por muitos anos, desde a época da universidade. Enquanto trabalhava, notei que as mulheres eram fortemente discriminadas na Ucrânia e que não havia mecanismos para mudar isso e proteger seus direitos.
Percebi também que as mulheres jovens ucranianas são tradicionalmente voltadas para o casamento – e isso as priva de sua vida social e das conquistas que poderiam alcançar. Refleti muito para decidir me dedicar a esses projetos.
Também trabalhei no showbiz e foi nessa época que tive a ideia de como as coisas poderiam ser organizadas para tornar essa mobilização interessante para as jovens, pois acredito que são elas quem podem mudar a situação das mulheres na Ucrânia.
Victor – Que mensagem você gostaria de deixar ao final da entrevista?
Anna – Tudo o que nós queremos dizer é que as mulheres da Ucrânia são belas, mas não são prostitutas.


Veja agora dois vídeos, e em um deles, uma das entrevistas dadas a um programa de tv na Ucrânia por uma das jovens mais ativas do grupo em seus vários atos públicos acompanhados pela imprensa do país.

fonte: YouTube








fonte: web

quinta-feira, 25 de março de 2010

FEMEN NO "HOJE EM DIA"* DA UCRÂNIA, fala sobre as sua luta por dignidade e sua participação cidadã relacionada aos principais problemas sociais em seu país




Em um programa de Tv, muito parecido como, por exempo, o *HOJE EM DIA da TV Record, daqui do Brasil ( O "Hoje em Dia" é um programa de entretenimento muito popular na Tv aberta brasileira, transmitido pela atualmente, segunda rede televisiva do Brasil e constituindo-se no programa matinal de informação geral e entretenimento de maior audiência, desbancando a líder história Rede Globo de televisão ).

Em  um programa de variedades e entrevistas semelhante, voltado principalmente ao público feminino de lá da Ucrânia, o apresentador ( o de cabelos escuros e compridos ) ao ver as meninas do Femen entrando em cena, ri e pergunta: " vocês vem ao programa como prostitutas ou como modelos?" Ao que, respondendo, uma das integrantes do FEMEN, diz que não são modelos e que estão assim caracterizadas para chamar a atenção das pessoas para o problema da prostituição na Ucrânia, que atinge 60% das jovens estudantes, prosseguindo então  com a sua explicação e fazendo as colocações necessárias a não deixar nenhuma dúvida sobre o que elas como jovens, mulheres  e cidadãs ucranianas estão determinadas em promover e reivindicar como mudanças em seu país..

Veja o vídeo: * o vídeo original foi perdido o link de incorporação. O vídeo abaixo é de oturo programa posterior, mas que documenta a história do grupo.


*Fonte :Vimeo ( entevista em ucraniano e narração em alemão )




Lembrando que a luta desse movimento feminino ( e não feminista, isso é importante ) reivindica entre outras coisas, as seguintes:

Maior criação de postos de trabalho destinadas às mulheres jovens e com curso superior que se sujeitam, hoje cerca de 60% das estudantes universitárias, a prostituição no país. Por sua beleza e educação acadêmica são objeto de exploração sexual, levando o país recem indempendente (  a apenas 19 anos ) a ser conhecido como o " O Bordel do Leste Europeu". "Ucrânia não é um Boerdel!" ou mais forte ainda "Ucrânia  não é umaVagina", tem sido o brado dessas beldades  verdadeiramente cidadãs.

Lutam também, e nisso deveria o Brasil e as poposudas brasileiras seguirem o exemplo, lutarem contra toda a forma de pornografia na internet que atinge não só adultos "normais", mas adolescentes  e crianças em formação, desenvolvendo os vários tipos de taras, como pedofilia inclusive. A exploração sexual por parte de professores e políticos, além de empresários é uma das coisas que a jovem mulher ucraniana está sempre a mercê, infelizmente.

O teatro sob o formato de esquetes apresentados, nas ruas e em espaços do poder público,  fazendo perfórmaces diante dos respectivos prédios, materialmente centros de poder e de decisões  governamentais,  como câmaras legislativas, delegacias de polícia, universidades, etc. Através de instalações, a criação de personagens relacionadas ao tema de cada protesto, como prostitutas, atletas, enfermeiras, estudantes, pelas ruas de Kiev, tem chamado a atenção de todos, da mídia em geral, e trazido não poucos apoios masculinos, incluindo de homens jovens e adultos  conscientes dessa realidade vivida pelas mulheres ucranianas.

As manifestaçãoes de apoio na web e diretamente no site do FEMEN moviment é intenso. A sujeira e os modos escusos dos divertsos arranjos políticos não ficam de fora do foco das meninas do FEMEN. Uma arena foi maontada em plena rua com um asimulada luta na lama entre as jovens, mostrando a posição das beldades em relação ao jogo baixo praticado na política de lá, pelos políticos de lá ( coisa que não acontece no Brasil, não é mesmo? aqui não tem sujeira e nem escândalos na nossa política, tem? )

NÃO DEIXE DE VER TODAS AS  POSTAGENS ANTERIORES ACERCA DO FEMEN MOVIMENT NESSE BLOG! Digite FEMEN  na caixa de pesquisa interna do blog e Voialá!!!

A seguir algumas  das muitas fotos disponíveis na web, sobre a atuação do movimento FEMEN na Ucrânia.O que dá uma boa idéia do quanto essas meninas são criativas e como chamam a atenção de todos, dos homens principalmente e dessa forma podem ser ao menos ouvidas nas suas colocações. Um exemplo para a mulherada poposuda e alienada brasileira.

Enquanto aqui  no Brasil, a nudez é inteiramente despropositada e serve, na maioria das vezes, apenas  como escada para o dinheiro e a fama, não importa a quantidade de bobagens que a dona dos peitos, curvas e bunda, diga na mídia todos os dias, lá aparentemente chocante, por terem um nível de escolaridade alto, sabem o que querem, que mudanças querem promover na sociedade, conhecem a situação das mulheres jovens no país, a exploração que são submetidas, e quando abem a boca tem muito o que dizer sabendo fazê-lo. Parabéns as loirinhas, ruivas, morenas e mulatas ucraninas. É... na Ucrânia também já tem mulatas e são excepcionalmente belas! Cuidado mulatada brasileira...

Por Helvécio S. Pereira






FEMEN TO HOLLAND from FEMEN Video on Vimeo.


NO VÍDEO ACIMA, AS GAROTAS QUE NÃO SÃO BURRAS FALAM CONTRA AS OLIGARQUIAS, COISA QUE A MAIORIA DAS LOIRAS FALSAS BRASILEIRAS NEM SABEM PRONUNCIAR QUANTO MAIS PENSAR EM COMBATER. QUALQUER DÚVIDA A WIKIPEDIA ESTÁ AÍ PARA ISSO: É SÓ DIGITAR A PALAVRA NO "TIO GOOGLE" E PRONTO! AH! INFELIZMENTE O PALAVRÃO AS BRASILEIRAS SABEM O QUE SIGNIFICA...

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