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domingo, 25 de dezembro de 2011

ATIVISTAS DO FEMEN SÃO HUMILHADAS E CONSTRANGIDAS, APÓS PROTESTO PACÍFICO E SOLITÁRIO EM QUE INCORPORARAM PERSONGENS E FIZERAM DENÚNCIAS GRAVES NA BIELORRÚSSIA. AS JOVENS PODEM TER SOFRIDO ALGUM TIPO DE ABUSO SEXUAL!

Como se tem calado os clamores das mulheres na história da humanidade? Quando não são caladas por não terem razão, calam-nas por lembrarem que são mulheres e que a última utilidade das mulheres é sexual, ou seja busca-se humilhá-las pela única coisa que não podem negar: que são mulheres e que portanto possuem um órgão feminino passivo de ser violado. Isso é tão primitivo e deve ser o detalhe mais aterrador para uma mulher, mais do que apanhamento, xingamento, prisão simples, etc... coisas que homens podem e são também passíveis de sofrer.


Первое интервью в Украине from FEMEN Video on Vimeo.






Uma das mais belas e jovens ativistas ucranianas, Inna Shevchenko ( acima e abaixo ) mais duas colegas tambem ativistas do FEMEN, Oksana Shachko, e  Alexander Nemchinova, segundo a reportagem abaixo disponivel na web, denuncia um possível abuso de autoridade bem a moda de qualquer força policial que vá além da lei em quaquer lugar do mundo. Mais do que servir ao estado, cumprir a lei reprimindo um protesto, trata-se da crueldade francamente masculina contra um ser mais frágil e que tem uma última vunerabilidade, a sua genitália, por razões mais que óbvias, a algo que em última instância qualquer macho humano devesse respeitar, por ser filho  de uma mulher, companheiro de uma também mulher, e passivel de ser pai de também uma mulher. Cada homem antes de praticar violência de gênero contra a mulher deveria lembrar e pensar nisso.

O QUE ACONTECEU?

Foi na Bielorrússia (ou Belarus, se preferir). Tudo aconteceu no dia 19 de dezembro, em frente à sede da KGB de Minsk, com cartazes onde se lia ‘Viva a Bielorrússia’ e ‘Liberdade para prisioneiros políticos’. Uma delas, a mais gordinha, inclusive usava um bigode e imitava o presidente do país, Alexander Lukashenko, tido como o último ditador da Europa.

O protesto foi amplamente noticiado mundo afora, pois todo mundo sabe como o regime de Minsk trata os dissidentes políticos: tortura, prisão e até a morte. As três meninas, Alexandra Nemtchinova, Inna Schevtchenko e Oksana Shachko, mais a australiana Kitty Green, acabaram, obviamente, presas, e seu paradeiro ficou desconhecido durante muitas horas.

A australiana apareceu, horas depois, em Vilnius, na Lituânia. Foi deportada e acompanhada pelos agentes da temida KGB local, após horas de interrogatório e ameaças. E Green só foi solta após um trabalho intenso da embaixadora australiana. Mas as ucranianas seguiam sumidas e assim ainda seguiram por mais de 24 horas.

Nossa opinião:

Dessa forma a humilhação sexual deveria por todos os motivos ser evitada a todo custo e a integridade sexual de qualquer mulher, da santa à protistuta, respeitada. Lamento e lamentam comigo, acredito, todos os homens e mulheres que se alinham a defesa dessas jovens ( todas bem abaixo de trinta anos ) estudantes universitárias na sua maioria, cerca de trezentas militantes só na Ucrância. Um grande beijo no coração das três fofinhas que, quase ( se choraram não houve testemunhas a sua dor e raiva ) às lágrimas relatam ao mundo esses terríveis e últimos fatos, já que embora contundente, se tratara de  um protesto pacífico, de quem só tem a força da própria expressão corporal, e a voz aos berros. Não bastaria ignorá-las e deixarem que fosse embora cansadas e satisfeitas por terem externado legitimamente o seu protesto?

Torçamos para que não desistam e que nenhuma delas tombem ou sofra mais do que xingamentos, pela sua militância barulhenta mas pacífica. Será que prefeririam atentados com bombas e tiiros? Não podem suportar a verdade aos berros levados por simples, lindos e inofencivos peitos femininos? Que tapem os ouvidos e olhem as mamas das garotas, mas deixem os seus berros serem ouvidos por todos e que a verdade prevaleça ou não.

Por Helvécio S. Pereira

Abaixo as últimas notícias acerca desse lamentável episódio:


A ativista do Femen Oksana Shechko ( a baixinha da foto ), uma das feministas presas, disse que ela e duas colegas foram capturadas pelos oficiais e obrigadas a tirarem a roupa no meio de uma floresta, onde foram ameaçadas de morte e estupradas. Elas foram também manchadas com um tipo de tinta e tiveram o cabelo cortado com uma faca.

De acordo com um comunicado divulgado pela organização, os oficiais "vendaram os olhos das três e as mantiveram em um ônibus durante toda a noite" antes de levá-las a uma floresta, acrescentando que eles também ameaçaram queimá-las.


O QUE CAUSOU TAL REAÇÃO POR PARTE DAS AUTORIDADES DA BIELORRÚSSIA?

Sem dúvida a manifestação contra a antiga e terrível KGB quando as ativistas teatralmente incorporaram a figura de Stalin ( veja a personagem incorporada pela ativista gordinha ao centro ) e pediram liberdade para presos políticos.

SS

SAIBA MAIS

A organização feminista Femen, da Ucrânia, defende que tirar a roupa é uma forma de libertar a mulher, em um mundo em que, segundo elas, os homens as dominam por meio da exploração sexual.

Desde 2008, o grupo, que diz ter mais de 300 militantes apenas na Ucrânia, vem realizando manifestações por motivos diversos.

Apenas nos últimos meses, elas já protestaram contra a prostituição, o turismo sexual, o álcool, os cortes dos serviços sociais voltados para a população, contra projeto que prevê o aumento da idade de aposentadoria para as mulheres e contra o julgamento da ex-premiê ucraniana Yulia Tymoshenko.




De fato quatro garotas ficaram desaparecidas por horas, as três que aprecem nas fotos e vídeos acima e uma quarta garota, Kitty Green ( a loirinha embaixo canto direito ), encarregada das filmagens e fotos regritradas pelo grupo a cada protesto. Até o a volta das quatro moças cartazes como esses foram divulgados na internet para busca de infomrações acerca de seu paradeiro.


EM QUE COSISTEM OS PROTESTOS SISTEMÁTICOS DAS ATIVISTAS DO FEMEN?

Há muito tempo que, infelizmente, a Bielorrússia convive com a repressão severa de um regime absolutamente anacrônico e bizarro. E, ainda infelizmente, ninguém no mundo parece se importar. Recentemente, uma ‘primavera’ foi sufocada com violência em Minsk e, novamente, ninguém deu a menor importância. Claro, não há nem petróleo nem grandes riquezas na Bielorrússia. E, ainda por cima, Lukashenko é um aprendiz de Putin. Se você se mete com ele, se mete com Putin. E ninguém quer isso.

E há muito tempo que o Femen briga em seu país contra um sistema político também neossoviético, corrupto e cruel com o povo. Se a forma é correta ou não, não me cabe julgar. Mas pensemos: elas lutam com o que tem, protestam veementemente e levam isso a sério. Isso é protestar e exigir liberdade política e de expressão.

Os protestos que acontecem em Moscou – e nas outras cidades russas – são teatros. Não tenha dúvida, não vão mudar nada. Todos são autorizados pelo governo, acontecem com hora marcada, nos dias em que Putin permite. O clima é sempre de carnaval, de feriado – e a maioria da população inclusive encara como tal, um feriado.

O que o Femen faz, creiam, é protestar, é ser oposição, na verdadeira acepção da palavra. É como os que lutaram contra a ditadura aqui e em todos os países do mundo. Gente que está disposta a dar a vida pela liberdade em seu país. Gente que quer mudar. Elas estão arriscando tudo para mudar uma realidade absolutamente patética e surreal. E não medem esforços para isso. Isso é protestar e ser oposição.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

FEMEN NO VATICANO, EM DEFESA DE MAIS LIBERDADE PARA AS MULHERES NO MUNDO

Não foi no dia mundial de defesa da mulher e contra a violência feita contra a mulher, numa questão simples de agenda e calendário. Antes dessa data entretanto, há poucos dias, o grupo feminista ucraniano FEMEN, esteve nada menos que em pleno Vaticano, com o grito de "Liberdade para as Mulheres!"

Mais uma vez  usando a linguagem teatral e performática, três integrantes do FEMEN, chamaram a atenção, se não do Papa, de muitas pessoas, para a violência sofrida constantemente por mulheres em todo o mundo todos os dias; pela demanda de liberdades e direitos humanos mínimos simplesmente negados pela justificativa de gênero, como alfabetização, estudo, livre deslocamento, opinião, afetividade e saúde, entre tantas; além de proteção contra violência de todas as formas, opressão, prostituição forçada, e várias formas de exploração sexual contra a livre escolha das mulheres.

Em muitos lugares do mundo a mulher não passa de objeto e escrava sexual e braçal sem direito a nenhum futuro digno. Quanto a fé a situação muitas vezes não é a das melhores, exceto no meio protestante e evangélico em que algumas denominações oferecem a mulher a mesma dignidade e oportunidade de adoração a Deus e serviço religioso.














ASSISTA O VÍDEO ABAIXO E VEJA COMO FOI O PROTESTO EM PLENO VATICANO!



MAS ELAS NÃO SÃO LOUCAS, BÊBADAS MALUCAS, SÃO SIMPLESMENTE ESTUDANTES UNIVERSITÁRIAS QUE VÊEM O MUNDO COM OLHOS CRÍTICOS E NÃO SE ACOMODAM DESAFIANDO AS OLIGARQUIAS ( POPOSUDAS BRASILEIRAS NEM IMAGINAM O QUE SEJA!!)  SEJAM QUAIS FOREM... É UMA LUTA SOLITÁRIA, MAS ELAS NÃO DESISTEM. A RUIVINHA E BAIXINHA, ANA GUSTOV, É A FUNDADORA E A LÍDER DO MOVIMENTO. E SE ALGUÉM ACHA QUE ESTÃO SOZINHAS NESSA, SE EGANA. TEM MUITO APOIO MASCULINO À CAUSA DAS MENINAS.

  



or Helvécio S. Pereira



Graduado pela EBA/ UFMG em Desenho, Plástica e História da Arte.
Graduado pela FAE/ UEMG em Pedagogia em matérias pedagógicas.

domingo, 25 de julho de 2010

FEMEN...AS BELAS UCRANIANAS PROTESTAM DE NOVO, DESTA VEZ CONTRA A FALTA D'ÁGUA NO VERÃO UCRANIANO

Nos últimos dois meses pelo menos, quatro crimes bárbaros contra mulheres absolutamente indefesas, abalaram os brasileiros, dois deles ganharam o mundo expondo o Brasil ao mundo em uma das suas feridas mais cruéis, o o ódio e a violência conta as mulheres independentemente da cor, da condição social e da informação, leia-se nível intelectual. Morreram por primeiramente serem mulheres e segundo por serem flágeis nos seus corpos femininos. E a nossa sociedade apenas, em parte lamenta, o destino infeliz dessas mulheres e nada alpém disso. Trata-se de fato de uma horrorosa pacividade inútil. Breve outros cirmes de igual maldade e natureza ocorrerão, por impunidade, por simples desgaste, etc.

Uma advogada morta e fundada com seu automóvel em uma lagoa, uma namorada de um atleta importante desaparecida, morta e provavelmente picada e seus restos dados a cães ferozes, fora quase uma dezena de mortes "menos importantes" no sentido jornalístico. Afinal foram tantas de uma só vez. Fora estupros, pedofilia e uma variedade de atos violentos, discriminatórios por todo o pais, a maioria impunes. Fora a tenção despendida aos criminosos em detrimento das vítimas, uma delas comparada ao "status"  prostituta ao levantar-se o seu passado recente. Afinal defunta não se defende. Já as beldades ucranianas sabem botar a boca no mundo, lá isso não passaria batido. Não mesmo.

Ah se tivéssemos mulheres conscientes e organizadas para através de simples perfórmaces corarem  caras de governantes, políticos, legisladores e demais magistrados. As ucrânianas não perdoam. Não deixam passar batido um simples racionamento de água graças ao verão de lá ( 50 º C ).

Faltou água? Exigimos uma explicação e uma solução! diziam elas...  Tomaremos nosso banho e lavaremos nossas calcinhas na fonte da praça principal de Kiev...e não é que foram mesmo? confiram.


domingo, 16 de maio de 2010

VALE A PENA SABER DO ENGAJAMENTO DESSAS JOVENS QUE AFIRMAM DE SI MESMAS: SOMOS BELAS MAS NÃO SOMOS PROSTITUTAS, EM NOME DE TODAS AS JOVENS MULHERES UCRANIANAS.


É prazeirosamente que mais uma vez faço questão de tonar publico e colaborar para que a luta dessas jovens do outro lado do mundo a favorda sua própria dignidade e por extensão das demais mulheres seja amplamente conhecida e se de algum modo a sua luta dor reprimida pessoas se solidariezem-se com a sua luta.

 

 


Um paraíso do turismo sexual

Cerca de vinte milhões de pessoas visitam a Ucrânia por ano. A capital Kiev é um destino popular. Infelizmente, uma das principais atrações turísticas é o sexo pago. Por anos, a Ucrânia foi uma fonte de mulheres para o mercado do sexo. E com as mudanças de regra de visto, além de exportar prostitutas, está importando clientes de garotas de programa.
O problema está muito mais grave agora com a crise econômica com desemprego 50% maior do que em anos anteriores. O ministro Yuriy Lutsenko recentemente declarou em rede nacional que o país está se tornando um paraíso para o turismo sexual.

“A Ucrânia não é um bordel”


Com a moeda desvalorizada e regime de fronteiras sem necessidade de visto para norte americanos e europeus desde 2005, os hotéis locais se transformaram em bordéis que facilitam seus hóspedes a encontrar as prostitutas. No ano passado, dois concierges de hotéis de elite foram presos por cafetinagem.
Um alerta para quem pensa que não há problemas com isso: a exploração de menores frequentemente anda de mãos dadas com a prostituição. Para Irina Konchenkova, presidente da ONG School of Equal Opportunities, 30% das prostitutas estão na faixa etária entre 11 a 17 anos.
Além desse polêmico assunto, existe um outro mais sutil: ao invés de procurar uma prostituta, o turista vai para bares e baladas seduzir garotas locais pagando bebidas e prometendo mundos e fundos… com a finalidade de a levar para a cama facilmente.

A Internet facilita a prostituição

O impacto das tecnologias da informação no tráfico de sexo é objeto da pesquisa de Donna Hughes, Pimps and Predators on the Internet, que conta como o colapso da União Soviética implicou em desemprego em massa a mais de seis milhões de mulheres russas, que ganhavam metade do salário de homens.


Konchenkova comenta como na Ucrânia existem adolescentes que sonham com o estilo de vida de luxúria, e que ao mesmo tempo tiram notas baixas na escola. Para ela, é essencial que exista uma mudança dessa mentalidade sonhadora para que ocorra o empoderamento necessário para prevenir a prostituição.

Entrevista com Anna Hutsol, líder dos protestos

 

 

Entrevistei a Anna Hutsol, que é a líder do FEMEN, um grupo que cria condições mais favoráveis para jovens mulheres se unir a um grupo social com a ideia geral de suporte mútuo e responsabilidade social.

Anna Hutsol, líder do FEMEN.
Victor – Anna, qual é a situação atual do turismo sexual na Ucrânia?
Anna – Desde 2005, quando a Ucrânia passou a dar vistos gratuitos de entrada no país, o fluxo de turistas aumentou. E com eles, vieram também os turistas sexuais.
A Ucrânia ficou com imagem de país de sexo fácil e repleto de prostitutas: primeiro, a Ucrânia é conhecida pelas suas belas mulheres. Segundo, é fato que 23% das prostitutas na Europa são ucranianas. A indústria do sexo usa técnicas de propaganda para ampliar esse efeito a seu favor.
Victor – Quais são os fatores relacionados aos problemas existentes hoje?
Anna – Pobreza, baixo índice de educação e aplicação inadequada da legislação e falta de apoio governamental para temas sociais… combinados com belas mulheres e cultura patriarcal. São todos fatores que podem transformar um país no paraíso do turismo sexual e prostituição.

Protesto em Kiev
Victor – Alguns websites que anunciam serviços de escorts dizem que como regra geral é perfeitamente possível receber prostitutas em seus quartos de hotel. E que em alguns casos em que a segurança do hotel apresentar restrições basta dar entre 10 a 20 dólares como propina para que tudo se resolva. A prostituição é legalizada na Ucrânia?
Anna – Não. E o que surpreende é que antes das eleições recentes que tivemos, o grupo FEMEN patrulhou a área Khreschatik, que é uma das regiões de maior movimento em Kiev, entrevistando estrangeiros que caminhavam pelas ruas. A maior parte não sabia que a prostituição não é legalizada na Ucrânia.
Victor – O que você acha das propostas de legalização da prostituição? Seria uma forma de ajudar as mulheres com maior regulamentação e controle, afastando riscos para as profissionais do sexo?
Anna – Eu diria que essa é uma falsa crença. As pessoas são enganadas a acreditar na ideia da legalização pois para elas essa seria uma liberdade de escolha. Quando se olha para as prostitutas ucranianas, a maior parte não tem escolha.
Victor – Na Suécia, a abordagem escolhida foi criminalizar o ato de compra do sexo. O que você acha dessa política?
Anna - Nós consideramos o chamado “Modelo Nórdico” como o melhor para a Ucrânia e, para ser sincera, para o mundo todo. A prostituição é um negócio que gera cada vez mais lucros. E, como todo negócio, é a demanda que estimula a oferta.
Dois importantes efeitos acontecem ao reprimir a demanda: a oferta diminui e também propagamos a ideia de que comprar outras pessoas é algo ruim e imoral. Nós consideramos a prostituição uma forma de escravidão moderna.
Victor – Como demais mulheres podem se unir ao seu movimento?
Anna – É muito fácil se juntar a FEMEN e a nossas campanhas. Apenas me mande um email ou me telefone. É simples assim. Nós estaremos em breve inaugurando o website www.femen.org e por lá faremos campanhas de Internet.
Por isso, mesmo quem não pode comparecer pessoalmente a nossos protestos pode se juntar, em qualquer lugar do mundo! Pelo momento, nós nos comunicamos pelo Facebook, MySpace e LiveJournal.
Victor – Anna, pode contar um pouco de sua história? O que a levou a lutar pelos direitos das mulheres?
Anna – Eu estive envolvida em trabalho social por muitos anos, desde a época da universidade. Enquanto trabalhava, notei que as mulheres eram fortemente discriminadas na Ucrânia e que não havia mecanismos para mudar isso e proteger seus direitos.
Percebi também que as mulheres jovens ucranianas são tradicionalmente voltadas para o casamento – e isso as priva de sua vida social e das conquistas que poderiam alcançar. Refleti muito para decidir me dedicar a esses projetos.
Também trabalhei no showbiz e foi nessa época que tive a ideia de como as coisas poderiam ser organizadas para tornar essa mobilização interessante para as jovens, pois acredito que são elas quem podem mudar a situação das mulheres na Ucrânia.
Victor – Que mensagem você gostaria de deixar ao final da entrevista?
Anna – Tudo o que nós queremos dizer é que as mulheres da Ucrânia são belas, mas não são prostitutas.


Veja agora dois vídeos, e em um deles, uma das entrevistas dadas a um programa de tv na Ucrânia por uma das jovens mais ativas do grupo em seus vários atos públicos acompanhados pela imprensa do país.

fonte: YouTube








fonte: web

quarta-feira, 24 de março de 2010

FEMEN, O GREEN PEACE DE SAIAS, OU SEM ELAS, ATRAVÉS DE PERFÓRMACES E INSTALAÇÕES, DEFENDE PROPOSTAS SOCIAIS IMPORTANTES À CAUSA FEMININA NA UCRÂNIA E SERVE DE EXEMPLO PARA O MUNDO

Da web:


Agora em Kiev capital da Ucrânia um grupo feminista segue a tradição de protestos feministas que adotaram o uso da lingerie em público para chamar a atenção da opinião pública contra alguns temas que envolvem as mulheres. Neste protesto se denuncia o turismo sexual praticado por europeus pela ampla oferta de prosti tutas que na capital Kiev atinge cerca de 60% das estudantes universitárias como consequência da falta de emprego.



Protesto de estudantes da Ucrânia usa símbolos do fetiche sexual para provocar a atenção pública contra o assédio sexual de professores e a prostituição no país.


O protesto de lingerie se tornou um símbolo feminista desde que um grupo de mulheres se reuniu em Atlantic City (EUA) em 1968 para protestar contra o papel submisso atribuído às mulheres. Naquela ocasião foram reunidos alguns apetrechos de uso pessoal que simbolizavam a submissão feminina como cílios postiços, salto alto e sutiãs. O protesto resultou no mito da “queima dos sutiãs”, que na verdade não ocorreu, mas ficou registra do como o símbolo daquele protesto. Daquele ato de protesto surgiu uma nova forma de comporta mento irreverente que se tornou uma tendência entre as mulheres de diversas idades e que hoje une a moda e crítica social.

Veja, a seguir, mais imagens dos performáticos protestos do grupo de jovens universitárias ucranianas que lutam em defesa de si mesmas e contra as terríveis condições, que embora bem preparadas acadêmicamente  são obrigadas a se sujeitar as diversas formas de prostituição, na escola, no trabalho e na sociedade, por absoluta  falta de oportunidades de emprego e por uma cultural exploração feminina por parte da sociedade Ucraniana.

O FEMEN FAZENDO O BARULHO BONITO DE SEMPRE


O grupo feminista ucraniano FEMEN fez barulho de novo, e organizou um joguinho de futebol entre as gatinhas do movimento, no centro de Kiev. Foi um protesto contra a exploração sexual que certamente acontecerá com a copa de futebol Euro2012, que irá rolar na Polônia e na Ucrânia. As mulheres da Russia e da Ucrânia são bonitas de lascar, e por isso o movimento com a prostituição e o turismo sexual é grande e gera milhões. Um parabéns para as bonitinhas descoladas e engajadas da Ucrânia.



FEMEN_GIRLS from FEMEN Video on Vimeo.

segunda-feira, 22 de março de 2010

FEMEN, JOVENS UCRANIANAS PROTESTAM VEEMENTEMENTE USANDO O TEATRO E VIVENDO PERSONAGENS. PEDEM UM ATITUDE DO GOVERNO PARA DETER A PROPAGAÇÃO DA GRIPE SUÍNA EM SEU PAÍS

Ukrainian activist group FEMEN demonstrate underwear made from anti-infection masks at the Independence square in Kiev, Ukraine, 9 November 2009. The youth group in recent days has organized several street protests aimed at educing public stress brought on by a flu epidemic in the former Soviet republic.
On the final day of Winter Olympics 2010 FEMEN went out on ice to show the national despair on complete failure of Ukrainian National Olympic Team. 28 Feb 2010

Activists of FEMEN, a Ukrainian women movement defending women's conditions in the society, perform during their protest action on November 16, 2009 in front of Ukraine's Education Ministry in Kiev to denounce sexual harassment of students by some university professors in the country.
Photo FEMEN / Yuri Krivenko 


fonte: FEMEN  web page

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