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quinta-feira, 9 de março de 2017

O DESENHO E A IMAGINAÇÃO: QUAL A REAL IMPORTÂNCIA DO DESENHO PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO?

O desenho como linguagem tem duas modalidades: desenho artístico ( uma menor parte ) e desenho aplicado ( de maior existência ). O desenho desde o seu início, através da manipulação da linha ( seu elemento básico ) simplesmente alterando sua direção, sentido e força com que era riscada, traçada ou impressa sobre algum suporte foi um meio eficiente de registro, de descrição e de criação, seja para uma solução de algum problema, demonstração de algo não visível, ou exercício criativo.

De fato foi assim no passado e ainda o é hoje no presente. Por mais que o desenho siga em um desenvolvimento crescente atendendo essas mesmas necessidades e aspirações, desenvolvimento com apoio instrumental que agiliza a concretização do que se imagina e se quer até no que confere a tão milenar e desejada perfeição que visa confundir desenho e realidade.

Qual objeto não foi imaginado na sua concepção ou aperfeiçoado com a utilização de um esboço ( rascunho de um desenho ) ou ainda com um projeto detalhado e graficamente mais complexo e perfeito?

Em todas as áreas da criação humana o desenho esteve e ainda é presente, de tal forma que não há como compreender uma situação tecnológica ou operacional sem o suporte da linguagem do desenho.

A pergunta é quando o  desenho deixa de ser aplicado ( um mapa, um organograma, a própria escrita, etc ) e passa a ser artístico?

O desenho artístico pressupõe uma intenção, uma subjetividade, uma singularidade e uma expressão (  não necessariamente nessa ordem ) e que contrariamente ao que erroneamente fora longamente ensinado, nem sempre tem a obrigatoriedade de ser consensualmente belo.

Enquanto os animais de todas as espécies vivem em um mundo real, o qual conhecem de alguma maneira, muito bem, nós seres humanos, construímos um mundo totalmente artificial que nunca teve similaridade no mundo natural, em que todas as coisas foram e são criadas ao nosso bel prazer  e normalmente com alguma imitação da natureza com algo também que nunca é encontrado nela.

Conclui-se portanto que o desenho atende a algo que extrapola a realidade, criando uma realidade paralela ou além da própria realidade, criando um equilíbrio necessário entre o que natural e o que aspira a razão humana.

Por Helvécio S. Pereira


croquis ( esboço, rascunho )


sábado, 10 de dezembro de 2016

PARA ENCHER OS OLHOS E OS OUVIDOS... GEORGIA, UZBEQUISTÃO E CHINA, DANDO AO MUNDO TRÊS BELÍSSIMAS E SINGULARMENTE TALENTOSAS MULHERES: KHATIA BUNIATISHVILI, LOLA ASTANOVA E YUJA WANG! E COMO EXTRA AN AMAZING COMPILATIONS OF HIGHLIGHTS PERFORMED BY YUJA WANG!

  UMA DELAS A BELA KHATIA BUNIATISHVILI















MAIS SOBRE  KHATIA BUNIATISHVILI , COSULTE POSTAGENS ANTERIORES NESSE MESMO BLOG, VALE A PENA!


Lola Astanova








YUJA WANG










What an amazing compilations of highlights performed by Yuja Wang!








Yuja Wang


is the 29-year-old ( she is borned in 1987 ) Chinese pianist revamping the classical music scene with her tight, short, colorful dresses. When Wang played the Hollywood Bowl in August in a skimpy coral-colored dress, the performer's appearance stirred debate on blogs and in newspapers—with some going so far as to say "My poor eyes did not need to see the things they saw." “They were paying attention to this rather than the music,” Wang told the New York Times last week. “Which makes sense, as L.A. is kind of superficial and more visual. But they have rules about what classical musicians should be wearing, which I think is stupid.” Criticism hasn't stopped Wang from wearing her revealing dresses while performing; instead, she says “I can wear long and black too. I like being versatile ... I wanted to do the shock value.”













domingo, 9 de outubro de 2016

ATUALIZADO! COM NOVOS VÍDEOS E NOVOS PIANISTAS! QUANDO BOAS MELODIAS SE PRESTAM A EXECUÇÃO EM INSTRUMENTOS NOBRES VALORIZADOS POR ARRANJOS EXPRESSIVOS... A MÚSICA POP EM EXECUÇÕES AO PIANO


A jovem e virtuose pianista russa Sonya Belousova



M
uitos não sabem, inclusive músicos, a Melodia, como um dos três ( e segundo alguns musicistas e estudiosos, um dos quatro, quando se pensa na afinação como elemento da música ) elementos básicos da Música é sem dúvida o elemento que dá a música a sua materialidade, os outros dois ou três elementos a enobrecem, a adornam, lhe dão uma gramática.

A Melodia origina-se na fala pátria de cada povo, o que ratifica o fato de algumas línguas nacionais aparentemente se prestarem ao canto ( à melodia nas canções ) mais do que outras. Isso se dá também porque a Música que ouvimos e criamos constantemente em todo o mundo, em todos os lugares, se baseiam apenas em um dos vários modelos musicais inventados pela humanidade em toda a sua história, sendo portanto apenas um, o mas bem sucedido, reconhecido como Música Ocidental, cuja origem e invenção se deve aos matemáticos e filósofos na antiga Grécia. Sendo as línguas de origem diverso e anterior e posterior a essa Música é completamente compreensível que casualmente umas se adéquem mais que outras a essa linguagem musical com sua gramatica.

Já a Harmonia segue regras rígidas que podem ser "burladas" com bastante genialidade sem ferir a sua gramática. Já o ritmo não dá oportunidade real a ser o músico inovador, apenas troca seis por meia dúzia, um instrumento, um timbre, um efeito por outro, sempre no mesmo lugar, divide o tempo até o quanto não seja desprazeroso, incômodo, ouvi-lo, não havendo muito o que fazer. A Afinação é rígida, oferecendo apenas determinado número de modelos para certos instrumentos, particularmente os de cordas e temperados.

Desse modo o que há de mais promissor no que se refere à alguma criatividade e novidade é de fato a melodia. Boas melodias são inspiradas ou criadas para vozes femininas ou juvenis. Se uma melodia fica bem em uma voz feminina ou juvenil, há sim uma boa chance dessa melodia ser agradável e menos monótona, jovial e mutante.

Não é novidade que a Música erudita e a Música popular se tenham realimentado ao longo da história da música, se a primeira empresta qualidade, a segunda empresta o risco da criatividade. Talvez seja esse o aparente motivo pelo qual, em todo o mundo, virtuoses em instrumentos de concerto, tenham graças a sua sensibilidade musical, capacidade técnica, se voltado para certas melodias que musicaram canções até sem muita relevância poética ou temática. Ou seja: a canção pode ser tematicamente idiota, de poesia sofrível, mas cuja melodia seja uma peça musical de genialidade percebida.

É o que você ouvirá e poderá perceber nos vídeos e nos grandes instrumentistas dessa postagem,

Divirta-se! ( como eu! )

Por Helvécio S. Pereira






O jovem pianista húngaro e virtuose, Peter Bence






Dino Kartsonakis





Peter Bence





Vikawind



Sonya Belousova






Peter Bence









Peter Bence



Dino kartsonakis









Jarrod Randich








Sonya Belousova








Sonya Belousova














Peter Bence




Sonya Belousova






Harry Völker






The Piano Guys













Sonya Belousova




Lara Melda




Sonya Belousova



Vikawind


Jarrod Radnich


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