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quarta-feira, 12 de junho de 2013

O CINEMA, ESTÓRIA E PERSONAGEM

Uma linguagem e um fenômeno na indústria do entretenimento desenvolvida ao longo do século XX, complexa, cara e de gosto claramente universal o cinema se destaca pela penetração em todas as camadas sociais e nas mais diversas culturas do mundo.

Um filme como produto e resultado da mente criativa de um  artista, longe de ser a verdade absoluta sobre qualquer coisa, representa apenas uma visão particular que encontra resposta previsível em uma sociedade. Dessa forma aceitar acriticamente, impor como verdade única e absoluta apenas por ser resultado de nascer da genialidade e singularidade de uma mente artística treinada para expressar ideias, valores, compreensões de modo particular e complexo não é a coisa mais certa a se fazer, nem para si mesmo  e menos ainda como caminho mais curto ao ensino de fatos, valores, etc.

Um filme, geralmente e desejavelmente um bom filme, tem o seu valor e mérito mais na provocação de ideias e a na sensibilização para experiências e realidades externas à limitada experiência individual de cada um de nós, expressa no viver algo sem ter vivido concretamente, vivenciar sem ter passado pela experiência real.

Desse modo, exceptuando as documentários, toda ficção é "estória" e não história no estrito significado de cada uma. As personagens como elementos humanos em que cada roteiro é desenvolvido dividem-se sob certo aspecto, seguindo certos padrões pré-determinados, em personagens REDONDOS e PLANOS. A riqueza e a complexidade humana dos primeiros e a pouca definição dos segundos servem ao que se propõe autor em sua obra fílmica.

Por ora, fiquemos com a compreensão que a linguagem mais complexa de toda a  Arte, é a que influencia positiva e negativa para as mudanças e desenvolvimentos sociais no mundo contemporâneo e que infelizmente, é sempre sub aproveitada, sub compreendida e que na mente das grandes massas de adultos e jovens e até de crianças, pouco resultado desejável idealmente é alcançado, fazendo provavelmente que o cineasta seja o mais infeliz dos artistas, se se propusesse a avaliar o resultado de sua obra junto às pessoas.

Por Helvécio S. Pereira


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