YUJA WANG NY CITY, 2017

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domingo, 27 de maio de 2018

MAIS UM IMPORTANTE PIANISTA UCRANIANO VEM A BELO HORIZONTE, VADYM KHOLODENKO

As pessoas sem informação não entendem que todos os pianistas que trilharam duas décadas obrigatórias de formação em piano, são em tese, capazes de tocar as mesmas peças musicais. É verdade que para todos os músicos, o repertório, tão vasto e impossível de ser esgotado por qualquer instrumentista, leva cada músico, por gosto pessoal, sensibilidade pessoal, a tocar mais e melhor certos compositores, estilos musicais, etc. Igualmente é verdade que a cultura predominante em qualquer país influencia diretamente a identidade e, claro, performance de cada músico.

Desse modo quem será o melhor autor e interprete de country a não ser de Nashiville ou de samba o Rio de Janeiro? Assim se enquadra os pianistas de origem na Europa Oriental. Diferentemente do Brasil, os seus locais e cidades de origem criam o clima favorável a uma grande e maior sensibilidade ao piano clássico ou à música clássica ou de conserto.

Acrescente-se a isso a execução pessoal, que funciona para um ouvido mais apurado, como o detalhe fino, imperceptível a quem não conheça tais composições musicais, tais compositores e cada contexto histórico/cultural no qual cada composição foi realmente feita.

O público de música de concerto é um público que privilegia certo grau de informação relacionada ao que ouve e vê embora até no contexto de música tão complexa, a sensibilidade, a fruição da música seja parcela importante desse complexo e rebuscado prazer.

Recebi essa semana, um pedido carinhoso, para escrever sobre esse pianista que se apresenta em Belo Horizonte, no domingo 03 de junho de 2018, da produção dessa importante apresentação. Confesso que não o conhecia e tive que pesquisar, assistir algumas de suas apresentações e atentar para a sua biografia e carreira. E obviamente a conclusão não poderia ser outra: a de constatar mais um importante talento e virtuose, dono de uma técnica apurada, que é um desafio a todos os que puderem vê-lo e ouvi-lo nesse dia, maiormente pianistas, professores de piano, estudantes de piano ou como eu alguém que embora ame esse magnífico instrumento e o entenda nos seu mecanismo, e entenda a música executada nele explorando toda a sua enorme potencialidade, e por algum motivo não tenha tido a formação para toca-lo, mas para ouvi-lo possa se deliciar com sua apresentação única.

E por que única? pode-se comprar um CD com as mesmas composições e ouvi-las em casa ou no seu carro, o que também é muito prazeroso entretanto a performance ao vivo é sempre única, por mais que duas apresentações do mesmo instrumentista seja exata e metricamente iguais ( e na verdade o são, a música erudita, clássica ou de concerto é bastante exata! ) há sempre algo que só acontece uma vez! a emoção do músico/ instrumentista, a sua relação com a orquestra e o regente, quando há e com o público espectador e ouvinte. É justamente essa a grande e importante diferença!

Por Helvécio S. Pereira
Graduado em Desenho, Plástica e História da Arte/ Pedagogo


PARA VER



SOBRE VADYM KHOLODENKO



{ Medalha de ouro no Concurso Internacional de Piano VanCliburn em 2013, o pianista ucraniano Vadym Khodolenko abre a "Série Virtuosi- Concertos Internacionais".

Dia 03 de junho, às 19 horas, o Grande Teatro do Palácio das Artes receberá um dos grandes pianistas da atualidade, o ucraniano Vadym Kholodenko. Vencedor da cobiçada Medalha de Ouro do Concurso Internacional Piano Van Cliburn em 2013, um dos mais importantes do mundo, o pianista fará a abertura da temporada de 2018 da “Série Virtuosi -Concertos Internacionais”.Nascido em Kiev em 1986 e formado pelo Conservatório de Moscow (Rússia), Vadym Kholodenko é um dos mais aclamados pianistas da nova geração, tendo sido declarado pela crítica como um artista de interpretações “impecáveis, vibrantes e de bom gosto” (Cleveland Plain Dealer). 


Com uma agenda intensa, Kholodenko estará em junho em turnê pela América do Sul, passando por cidades como Porto Alegre, Rio de Janeiro, Bogotá e Santiago e, após isso, seguirá para uma turnê por várias cidades no Japão.Ao longo de sua carreira, apresentou-se com importantes regentes, como Yuri Bashmet, Vladimir Spivakov, Mark Gorenstein, Alexander Rudin, Dmitry Liss, Eugeny Bushkov e Alexander Sladkovskiy. Nessa temporada, o pianista lançará pelo selo Harmonia Mundi a gravação dos 5 Concertos para Piano e Orquestra de Prokofieff, atuando frente a Sinfônica de Fort Worth. Além de suas atividades como solista de grandes orquestras, Kholodenko é um dedicado camerista, atuando em parceria com vários grupos, como o Quarteto Brentano. A Série Concertos Virtuosi Promovida pela Virtuosi Produções Artísticas, produtora cultural de Belo Horizonte, a “Série Virtuosi - Concertos Internacionais” tem por finalidade trazer grandes concertos ao Brasil. 

Para a temporada de 2018, estão confirmados grandes nomes, como os pianistas como Vadym Kholodenko e Yeol Eum Sum (vencedores do Concurso Van Cliburn, um dos mais importantes do mundo), a violinista Sarah Chang e a soprano Sumi Jo.De acordo com o diretor da Virtuosi Produções, o pianista Ederson Urias, a série pretende colocar Belo Horizonte no mapa de concertos internacionais de grande porte: "O Brasil é bastante longe da Europa, então são poucos os grandes solistas dispostos a cruzar o oceano para se apresentar aqui. Quando eles chegam, geralmente se apresentam no Rio de Janeiro e em São Paulo e raramente visitam Belo Horizonte, mesmo a cidade estando a apenas 1 hora de avião e tendo uma população grande. É uma pena e estamos fazendo o possível para reverter essa situação ao trazer para a cidade grandes nomes da cena internacional.”

Serviço:
Local: Grande Teatro do Palácio das Artes
Dia : 03/06
Horário : 19:00
Ingressos: Entre R$ 30,00 e R$ 100,00.
Endereço : Av. Afonso Pena, 1537 - Centro, Belo Horizonte - MG
Informações : http://www.fcs.mg.gov.br/











PARA OUVIR








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quinta-feira, 24 de maio de 2018

A ORIGEM DOS SUPER-HERÓIS E OS QUADRINHOS: JOHN CARTER O HOMEM DE MARTE



O
fenômeno dos super-heróis é algo exclusivo da cultura norte-americana do século XX e não poderia ter ocorrido em nenhum outro lugar do mundo. Obviamente existe e foi possível criar outros infindáveis super-heróis e quase todos os países e culturas do mundo, mas nem de longe expressam a originalidade e os motivos dos super-heróis estadunidenses.

Os motivos que possibilitaram a criação dos super-heróis na cultura norte americana foram:

a) a influência da cultura cristã, católica e protestante;

b) o nacionalismo exacerbado maiormente durante e após a segunda grande guerra;

c) a crescente onde tecnológica que apontava constantemente para novas coisas;


A cultura cristã influenciou na criação de versões laicas dos anjos cristãos, entes cridos tanto no catolicismo como "anjos da guarda" como no protestantismo como anjos com intervenção ocasionalmente.


Em meio a Segunda Grande Guerra, foi perguntado à população americana se os EUA deveriam entrar na guerra ao lado dos demais países contra o Nazismo e o Fascismo, a resposta há época foi "não". Essa posição só mudou após Hitler atacar a França e depois à Inglaterra. O nacionalismo exacerbado colocou a cultura norte americana como guardiã do mundo levando a criação dos super-heróis com responsabilidade mundial.

O crescente e novo gosto por tecnologias pouco compreensíveis ou pouco explicadas.

Com base nesses três elementos coexistentes foi possível na cultura norte-americana tritentista do século XX conceber originalmente os primeiros super-heróis!

Uma aluno me perguntou inteligentemente argumentando que o Brasil também é cristão e também é em certa monta nacionalista, por que então não criamos os nosso super-heróis originalmente?  a resposta é simples: o terceiro elemento, um avanço tecnológico não gazia parte da mente da maioria a dos brasileiros, excetuando-se por exemplo, o genial Santos Dumont. Ou seja em 1912, 1938, 1939, quando da criação de John Carter, o Homem de Marte, o primeiro super-herói, Supermen em 1938 e Batman em 1939, éramos praticamente uma roça tecnologicamente!


Ademais os primeiros super-heróis e todos os demais representavam uma luta contra toda possível e perigosa força contra as liberdades nacionais, às liberdades individuais e um aviso, uma denúncia, que já naquela época, a propalada e prometida proteção do Estado às pessoas já era, repito naquela época uma missão impossível!

Por Helvécio S. Pereira*

*Graduado em Desenho e Plástica e História da Arte / Pedagogo



John Carter

é um personagem criado em 1912 por Edgar Rice Burroughs, criador do lendário e inesquecível Tarzan. Trata-se de um veterano confederado da Guerra Civil Americana que é transportado misteriosamente para Marte, onde passa a viver aventuras entre os inesperados marcianos e as paisagens fantásticas do planeta.











John Carter, o homem de Marte foi oprimeiro super-herói e que realmente inspirou anos depois em 1938, o realmente primeiro super-herói, o Super_Homem, que inicalmetne não voava mas saltava como o John Carter e tinha força superior devida à gravidade menor na Terra que no seu planeta original Klipton. John Carter tinha força superior em Marte pelo menso motivo inverso.







História John Carter

John Carter é transportado para o Planeta Marte, (chamado de Barsoom), onde é capturado pela tribo dos guerreiros Tharks, monstros verdes humanóides de múltiplos braços, sendo resgatado pela princesa Dejah Thoris, por quem se apaixona[1]. A série de livros Ver artigo principal: Barsoom Edgar Rice Burroughs havia iniciado os escritos sobre Marte em forma de contos, publicados em 1912 e denominados "Under the Moons of Mars".


Depois foram reunidos no livro Uma Princesa de Marte de 1917[1]. A série continuaria em mais dez livros, sendo que John Carter seria o protagonista nos seguintes: The Gods of Mars (1918) (o segundo), The Warlord of Mars (1919) (o terceiro), Swords of Mars (1936) (o oitavo), Llana of Gathol (1948) (o décimo) e John Carter of Mars (1964) (o décimo primeiro). John Carter é o principal coadjuvante em Thuvia, Maid of Mars (1920) (o quarto) e Synthetic Men of Mars (1940) (o nono). Histórias em quadrinhos Lançada em 1929, a tira Buck Rogers tinha sido muito bem sucedida comercialmente, gerando diversos produtos licenciados.[2] Sabendo disso, a King Features Syndicate decidiu que também deveria iria publicar uma tira de ficção científica. Inicialmente, a King Features tentou comprar os direitos das histórias de John Carter de Marte, Tarzan, outro personagem de Burroughs já havia se tornado tira de jornal em 1928; no entanto, o syndicate não conseguiu chegar a um acordo com Burroughs, com isso, a King Features escalou Alex Raymond, um dos seus ilustradores contratados, para criar uma nova história, surge então, Flash Gordon.[2] Raymond se inspirou em outro romance de ficção científica When Worlds Collide de Philip Wylie e Edwin Balmer de 1933,[3] onde há um planeta órfão que entra em rota de colisão com o Planeta Terra, e um herói atlético, sua namorada, e um cientista viajar para um novo planeta usando um foguete espacial.[4][5]

John Carter foi publicado na revista The Funnies da Dell Comics em 1939[6]. O personagem foi adaptado para páginas dominicais coloridas, produzidas por John Coleman Burroughs (que também trabalhou com o personagem na revista The Funnies) para o United Feature Syndicate. [7] John Coleman escreveu e ilustrou 69 pranchas de John Carter of Mars, que estreou no jornal The Chicago Sun em 7 de dezembro de 1941. Esta estreia coincidiu com o ataque japonês a Pearl Harbor. A tira começou com uma adaptação Princesa de Marte, mas afastou-se do original no episódio 5. John Coleman Burroughs explicou que isto foi feito a pedido da United Features Syndicate, a fim de proporcionar mais ação nos episódios semanais. Continuando com a tradição Burroughs de envolvimento da família, a esposa de John, Jane Ralston Burroughs, ajudou com os cenários, arte-final e letras até mesmo serviu como modelo para Dejah Thoris.[8] Foi também publicado na revista Four Color da mesma editora.[9]

As edições 375, 437 e 488, publicadas entre 1952 e 1953, foram dedicadas a John Carter.[9] Em 1962, quando a Western Publishing desfez a parceria que tinha com a Dell, a Western criou o selo Gold Key Comics[10]. Da Gold Key foi publicada em 1964a revista John Carter of Mars[11], composta de re-publicações de histórias da Dell Comics.[9] Quando Tarzan foi publicado pela DC, Carter teve histórias publicadas nas edições 207 a 209 (abril de 1972) e nas edições de 1a 7 da revista Weird Worlds(agosto-setembro de 1972)[9]. John voltou a ser adaptado para os quadrinhos em 1977, pela Marvel Comics[11]. O título John Carter Warlord of Mars, teve 28 números, sendo o primeiro lançado em junho de 1977 e o último em outubro de 1979. Em A Liga Extraordinária (ou

A Liga Dos Cavalheiros Extraordinários), de Alan Moore, ele se encontra com Tenente Gullivar Jones, os Sorns (da série Trilogia Espacial de C. S. Lewis) e os Moluscos, os alienígenas invasores de A Guerra Dos Mundos, de H. G. Wells. O Tenente Gullivar Jones foi criado pelo escritor inglês Edwin Lester Arnold para o romance Lieut. Gullivar Jones: His Vacation, publicado em 1905, nos Estados Unidos, o romance foi lançado como Gulliver of Mars e é apontado como umas primeiras manifestações do subgênero espada e planeta, que também é usado para definir a série Barsoom.[12] A editora americana Dark Horse Comics publicou um crossover de Carter com a maior criação de Burrougs, Tarzan dos Macacos[11]. Em Outubro de 2010 a Dynamite Entertainment lançou a série Warlord of Mars, onde Carter também se encontra com o Tenente Gullivar Jones[13] estrelada por John Carter, a editora evitou usar o nome do personagem na capa, a fim de não violar a marca registrada, mesmo que o personagem esteja em do domínio público.

No entanto, em 2012, a Edgar Rice Burroughs, Inc. processou a editora.[14] Em 2011, A Dark Horse lançou John Carter of Mars: Weird Worlds. Uma coletânea que reúne histórias publicadas originalmente em Tarzan #207 a #209 e Weird Worlds #1 a #7 da DC Comics[15]. No mesmo ano, a Marvel publicou duas mini-séries :"John Carter: A Princess of Mars" por Roger Langridge (roteiros) e Filipe Andrade (desenhos)[16] e "John Carter: World of Mars" por Peter David (roteiro) e Luke Ross (desenhos), que serve como prequela para o filme da Disney[17], no ano seguinte, a editora lança uma nova minissérie " John Carter: Gods of Mars", baseada no livro The Gods of Mars, a série foi produzida por Sam Humphries (roteiro), Rámon Pérez (arte), Jordie Bellaire, Arif Prianto, Benny Maulana e Sotocolor (cores).

Ainda em 2012, a Dynamite publica a minissérie Dejah Thoris & the White Apes of Mars[18] Big Little Book, Dell Publishing, 1940 Em 2013, a Dynamite Entertainment publicou outro crossover com Tarzan na minissérie Lords of Mars.[19] Em 2014, a Dynamite Entertainment e a Edgar Rice Burroughs, Inc. firmam um acordo que permite que a editora publique sob licença não só novas séries, como republicações de histórias publicadas por outras editoras.[20] No mesmo ano, em seu site oficial, a Edgar Rice Burroughs, Inc. iniciou a publicação da webcomics Warlord of Mars pelo roteirista Roy Thomas e o ilustrador Rodolfo Pérez Garcia.[21] Big Little Books[editar | editar código-fonte]

Na década de 1940, a Dell Publishing e a a Whitman Publishing Company publicaram três Big Little Books, pequenos livros ilustrados baseados nas aventuras de John Carter, que contaram com a colaboração de John Coleman Burroughs nos textos e artes.[22] Jogos[editar | editar código-fonte] Em 1974, a Tactical Studies Rules lançou o jogo de miniaturas, escrito por Gary Gygax e Brian Blume, Warriors of Mars,[23] um RPG John Carter, Warlord of Mars foi publicada pela Heritage Models em 1978,[24] em Julho de 2015, durante a San Diego Comic-Con, a Modiphius Entertainment anunciou os direitos de publicação de um RPG, miniaturas e um jogo de tabuleiro, para serem lançados em 2016, a editora também possui a licença de outra franquia criada nos pulps, Conan, o bárbaro de Robert E. Howard.[25] Filmes[editar | editar código-fonte]

Em 1931, o diretor de animação Bob Clampett, que na época trabalhava para Warner Bros. em Looney Tunes, se aproximou do escritor Edgar Rice Burroughs, com a ideia de produzir um longa de animação baseado em A Princess of Mars, o escritor ficou animado com a possibilidade, uma vez que, com os recursos da época, não seria possível produzir um filme live action satisfatório.[26] Em 1935, Clampett trabalhou ao lado do filho do escritor, o ilustrador, John Coleman Burroughs, Clampett usou técnicas de desenho à mão e rotoscopia, em 1936, apresentou um teste para MGM,[27] o teste foi exibido em cidades pequenas, porém, a reação não foi positiva e o projeto não foi aprovado, um dos motivos apontados, era a estranheza de uma história de terráqueo em Marte, o estúdio chegou a sugerir uma animação baseada em Tarzan, proposta que foi recusada por Clampett, curiosamente, no mesmo ano, a Universal Studios lançou um seriado baseado na tira de jornal Flash Gordon, cuja história guarda semelhanças com a de John Carter, para Clampett, o projeto não foi aprovado por ser mais adulto que Flash Gordon, o teste de animação foi considerado perdido, até que na década de 1970, o neto de Edgar, Danton, encontrou guardado nos arquivos da Edgar Rice Burroughs Inc.,[28] tivesse sido produzido, o filme animado de A Princess of Mars, antecederia Branca de Neve e os sete anões da Disney, lançado em 1937 e considerado o primeiro filme animado dos Estados Unidos.[29]

Durante a década de 1950, o diretor de efeitos especiais com stop-motion, Ray Harryhausen, se interessou em adaptar a série Barsoom para os cinemas, porém, nenhuma negociação aconteceu até a década de 1980, quando os produtores Mario Kassar e Andrew G. Vajna compraram os direitos para a Walt Disney Pictures, ambos tinham a ideia de criar um concorrente tanto para Star Wars, quanto para Conan, o Bárbaro. Ted Elliott e Terry Rossio foram contratados para escrever o roteiro, enquanto John McTiernan foi contratado para dirigir e Tom Cruise para estrela. O projeto entrou foi cancelado, porque McTiernan percebeu que os efeitos visuais ainda não estavam avançados o suficiente para recriar o planeta Marte segundo a visão de Burroughs. O projeto continouo com a Disney, Jeffrey Katzenberg foi um forte defensor de filmar a história, porém, os direitos acabariam sendo devolvidos para Edgar Rice Burroughs Inc.[29] Nos primeiros anos da década de 2000, a Paramount Pictures comprou os direitos do filme, competindo por sua vez, com a Columbia Pictures. Após a Paramount e o produtor James Jacks contrataram Mark Protosevich para escrever o roteiro. Em 2003, depois que ele havia proposto o roteiro, Robert Rodriguezassinou o contrato para dirigir o filme.

O início das filmagens foi previsto para 2005, com Rodriguez dispostos a usar os aparelhos digitais que ele usou para Sin City. Rodriguez pretendia contratar Frank Frazetta, o popular ilustrador de fantasia, que já havia trabalhado com os personagens de Burroughs, como designer no filme.[30] No entanto, após alguma controvérsia, o que levou Rodriguez a abandonar a Directors Guild of America, a Paramount optou por contratar um diretor da DGA, o diretor escolhido foi Kerry Conran (de Sky Captain and the World of Tomorrow), que contratou Ehren Kruger para reescrever o script. Conran posteriormente abandonou o projeto por razões desconhecidas, e foi substituído por Jon Favreau em outubro de 2005.[29] Favreau e o roteirista Mark Fergus queriam que o roteiro fosse fiel ao romance.

primeiro filme era uma adaptação dos três primeiros romances. No entanto, o interesse de Favreau para o projeto não era forte, e em agosto de 2006, a Paramount optou por não renovar os direitos do filme, preferindo se concentrar em Star Trek. Favreau e Fergus então, começaram a trabalhar em Homem de Ferro.[29] Em janeiro de 2007, a Disney comprou de volta os direitos do filme.[31] Em 2008, Andrew Stanton e Mark Andrews completaram o primeiro esboço para o primeiro filme de uma trilogia do filme. O primeiro filme é baseado no primeiro romance A Princess of Mars. [32] Em abril de 2009, o escritor Michael Chabon foi contratado para editar partes do script,[33], uma vez que, era a primeira experiência de Stanton com um filme live-action, depois de dirigir os filmes de animação da Pixar, Procurando Nemo e Wall-E. A trilha sonora foi criada por Michael Giacchino.[34] Ainda em 2009, foi lançado um filme diretamente em vídeo intitulado "Princess of Mars" com os atores Antonio Sabato Jr. no papel de Carter e Traci Lords como Dejah Thoris[1]. As filmagens começaram no Reino Unido em 4 de janeiro de 2010.

A maior parte das cenas em estúdio foram filmadas nos Estúdios Shepperton, em Londres e nos Estúdios Longcross, em Chelburn, ao longo de um período de quatro meses. Posteriormente as filmagens foram realizadas por mais de 12 semanas em Utah, com locações em Moab, Lake Powell, nas planícies salinas Delta, em Hanksville e em Big Water.[35] Um linguista foi contratado para criar todo um idioma Thark marciano, usando apenas algumas palavras mencionadas nos livros de Edgar Rice Burroughs.[35] Em 9 de março de 2012, a Disney lançou o filme "John Carter: Entre Dois Mundos", dirigido por Andrew Stanton, com Taylor Kitsch no papel de John Carter.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

Leonardo Vicente Di Sessa (27 de maio de 2010). HQManiacs ↑ Ir para: a b Doug Murray, "Birth of a Legend", in Alex Raymond and Don Moore, Flash Gordon : On the Planet Mongo: Sundays 1934-37. London : Titan Books, 2012(10-15 p.). Ir para cima Ir para cima ↑ "Raymond levou a premissa básica de Philip Wylie do When Worlds Collide, que estava sendo reproduzida na revista Blue Book naquela época, e é usado como ponto de partida para a aventura". Al Williamson e Peter Poplaski, "Introdução" para Alex Raymond, Flash Gordon:Mongo, the Planet of Doom. Princeton, Wis. : Kitchen Sink Press. 1990. ISBN 0878161147 (p. 5). Ir para cima ↑ Carlos Orsi Martinho (15 de dezembro de 2014). «Ensaio sobre os temíveis 'planetas gigantes' que nunca colidem com a Terra». Revista Galileu Ir para cima ↑ Ron Goulart (1995). The funnies: 100 years of American comic strips. [S.l.]: Adams Pub. 9781558505391 Ir para cima ↑ Ron Goulart,The Funnies : 100 years of American comic strips.Holbrook, Mass. : Adams Pub., 1995. ISBN 1558505393. Ir para cima ↑ «The John Coleman Burroughs / Chick Coombs Connection». johncolemanburroughs.com ↑ Ir para: a b c d Paul Green, Mike Hoffman (2009). Encyclopedia of Weird Westerns: Supernatural and Science Fiction Elements in Novels, Pulps, Comics, Films, Television and Games. [S.l.]: McFarland. 120 páginas. 9780786443901 Ir para cima ↑ Shirrel Rhoades (2008). A complete history of American comic books. [S.l.]: Peter Lang. 73 páginas. 9781433101076 ↑ Ir para: a b c Sérgio Codespoti (8 de junho de 2006).. Universo HQ Ir para cima ↑ Robert Crossley (2011). Imagining Mars: A Literary History. [S.l.]: Wesleyan University Press. pp. 152 e 153. 9780819571052 Ir para cima ↑ Leandro Damasceno (10 de novembro de 2011). . HQ Maniacs Ir para cima ↑ MacDonald, Heidi (5 de Abril de 2012) . Comics Beat. Ir para cima ↑ Leandro Damasceno (13 de agosto de 2010). . HQ Maniacs Ir para cima ↑ . 8 de junho de 2011 Ir para cima ↑ Érico Assis (24 de Julho de 2011). . Omelete Ir para cima ↑ SANTI, Vitor (24 de janeiro de 2012). HQManiacs Ir para cima ↑ . Comic Book Resources 17 de maio de 2013.. Ir para cima ↑ Thiago Colás (21 de maio de 2014). HQManiacs Ir para cima ↑ Thiago Colás (20 de junho de 2014). HQManiacs Ir para cima ↑ Everett Franklin Bleiler e Richard Bleiler (1990). Science-fiction, the Early Years: A Full Description of More Than 3,000. [S.l.]: Kent State University Press. 101 páginas. 9780873384162 Ir para cima ↑ Gary Gygax, "Preface", Dungeons & Dragons, primeira edição, 1974. Ir para cima ↑ Schick, Lawrence (1991). Heroic Worlds: A History and Guide to Role-Playing Games. Prometheus Books. 276 p. ISBN 0-87975-653-5. Ir para cima ↑ . Bleeding Cool. 12 de julho de 2015 Ir para cima ↑ Jim Korkis (Junho de 2003). « Jim Hill Media Ir para cima ↑. ERBzine (#2175). 2008 Ir para cima ↑ Glut, Donald F. (2002). The Frankenstein archive: Essays on the Monster, the Myth, the Movies, and More. McFarland. pp. 105–6. ISBN 0-7864-1353-0. ↑ Ir para: a b c dHughes, David (2008). The Greatest Science Fiction Movies Never Made.Titan Books. pp. 311–22. ISBN 978-1-84576-755-6. Ir para cima ↑ McWeeny, Drew (2 de Março de 2004). "Holy Crap!! Rodriguez Just Can't Stop!! First SIN CITY, And Now... PRINCESS OF MARS!!!". Ir para cima ↑ Dawn C. Chmielewski; Rebecca Keegan (March 6, 2012). "The planets may not be aligned for 'John Carter'". The Los Angeles Times. Ir para cima ↑ Ditzian, Eric (January 13, 2009). "John Carter Of Mars To Be Perfect Definition Of Live-Action, CGI Hybrid". MTVMovies Blog Ir para cima ↑ "Chabon Revising John Carter of Mars Script". The Amazing Website of Kavalier & Clay. April 9, 2009. Ir para cima ↑ Tassi, Paul (March 11, 2010). "Michael Giacchino Scoring John Carter of Mars".JoBlo. ↑ Ir para: a b«Curiosidades e mais sobre "John Carter"». Disney Mania











Editora: Marvel – Edição especial
Autores: Sam Humphries (roteiro), Rámon Pérez (arte), Jordie Bellaire, Arif Prianto, Benny Maulana e Sotocolor (cor) – Publicado originalmente em John Carter – The Gods of Mars # 1 a # 5.
Preço: US$ 14,99
Número de páginas: 112
Data de lançamento: Outubro de 2012
Sinopse
Adaptação do clássico homônimo de Edgar Rice Burroughs. Nela, continua a saga de John Carter, que após dez anos retorna a Marte para reencontrar seu grande amor, Dejah Thoris, e descobre que para salvá-la precisará enfrentar os deuses de Marte.

Edgar Rice Burroughs foi um dos grandes mestres da literatura de ficção e fantasia do Século 20, sendo mais conhecido como o pai de dois heróis emblemáticos: John Carter e Tarzan.
O protagonista da série de romances sobre Barsoom (o verdadeiro nome do planeta Marte, na ficção de Burroughs) tornou-se personagem de quadrinhos na década de 1930, contando, inclusive, com histórias escritas e desenhadas por John Coleman Burroughs, filho do autor, no início dos anos 1940.
Enquanto Tarzan logo ganhou as telas do cinema, John Carter trilhou um longo processo até a Disney assumir a produção de John Carter – Entre dois mundos, em 2012, ano do centenário de sua criação.

E como a todo-poderosa Disney é dona da Marvel, logo novas séries em quadrinhos começaram a ser produzidas, adaptando os romances de Burroughs, A Princess of Mars e The Gods of Mars, em minisséries de cinco partes.
Tendo suporte do espólio de Edgar Rice Burroughs, essas duas minisséries são consideradas partes do cânone oficial estabelecido pelo autor.
Pra quem viu o filme, iniciar a leitura com The gods of Mars faz sentido, pois vê-se Carter regressando a Barsoom dez anos após sua repentina partida.
Tendo simulado a própria morte na Terra, John Carter é mais uma vez transportado magicamente a Barsoom e lá pretende reencontrar seu grande amor, Dejah Thoris.

Ao ser salvo de uma emboscada pelo amigo Tars Tarkas, Carter segue com ele até o Vale de Dor, na esperança de que Dejah esteja escondida na terra sagrada dos marcianos.
Nessa jornada, ele confronta os deuses e a fé dos marcianos, fazendo amizade com Xodar, o pirata negro de Omean, a guerreira Thuvia e até mesmo com Cathoris, seu filho com Dejah, de quem desconhecia a existência.
O roteiro de Sam Humphries é redondinho (equilibrando ótimas sequências de ação com cenas de diálogos bem escritos), e junto com os belos painéis do Rámon Perez (que chegam a lembrar seu trabalho em Tale of sand) e as capas assinadas por Julian Totino Tedesco são os pontos fortes desta minissérie.
Porém, a Marvel pisou na bola ao optar pelo papel offset (que não ajuda nos momentos em que as cores precisam “explodir”) e por um formato de 14,6 x 22,6 cm, um pouco menor do que o padrão, o que acabou nublando o brilho da obra e até mesmo comprometendo a continuidade do projeto.



BAIXE UMA HISTÓRIA DE JOHN CARTER , O HOME DE MARTE CLICANDO ABAIXO:

1) link 1 LIVRO EM PDF GRÁTIS

2) link para consulta bibliográfica:

https://dwindly.io/nppPvy


3) link 3, mais exemplares históricos de revistas da personagem John Carter, o Homem de Marte, originais!

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