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quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

NÃO É DE HOJE QUE A PEFÓRMANCE ( ENTENDIDA COMO UMA AÇÃO DIFERENTE DA COTIDIANA E NORMAL DAS PESSOAS, PORTANTO TEATRAL ) E A IMAGEM TÊM ENORME FORÇA NA ELABORAÇÃO DE DISCURSOS E FOMENTO DE IDEIAS

 Fotografar, ler, curtir e deixar os seios de fora, isso é tudo que as integrantes do "The Outdoor Co-ed Topless Pulp Fiction Aprecciation Society" curtem fazer em Nova York 

Integrante do "The Outdoor Co-ed Topless Pulp Fiction Aprecciation Society" aproveita para fotografar as colegas enquanto participa de leitura em Nova York.




Será que ler pelada atrapalha a concentração? Não é o que mostra essa integrante do "The Outdoor Co-ed Topless Pulp Fiction Aprecciation Society" ao participar de leitura no Bryant Park, em Nova York


Grupo de mulheres em Nova York criam um acontecimento mais uma vez incomum baseado em uma característica eminentemente feminina: ter seios e no impacto de mostrá-los publicamente. Particularmente  no Brasil, projetos outrora feitos para promover a alfabetização, um problema crônico da história brasileira, minimizado mas não eliminado, já existiram entre eles o MOBRAL e o Projeto Minerva. Há quatro décadas uma cartilha intitulada "Caminho Suave" foi a responsável pela alfabetização na idade certa de alguma gerações. Já o gosto pela leitura é fomentado no Brasil por inúmeros outros projetos, alguns localizados e casuais e outros com maior continuidade.



Momento "pose de modelo" de integrante do "The Outdoor Co-ed Topless Pulp Fiction Aprecciation Society"



Participantes do "The Outdoor Co-ed Topless Pulp Fiction Aprecciation Society" se encontram no Bryant Park, em Nova York


À vontade e nada incomodada por estar sem blusa, integrante do "The Outdoor Co-ed Topless Pulp Fiction Aprecciation Societ" faz a sua leitura do livro de sua preferência.


O grupo de mulheres norte-americanas com apoio de muitos homens se auto-intitula "The Outdoor Co-ed  Topless Pulp Fiction Aprecciation Socity.



[O grupo se reúne regularmente em lugares públicos da cidade de Nova York, onde amigas têm usado o respaldo da lei do Estado, que lhes permite ficar com o tronco nu em qualquer local em que homens podem. 

As reuniões ocorrem regularmente em praças públicas, coberturas de hotéis, trilhas perto de rios e mesmo pontos bastante turísticos da Grande Maçã, como o mundialmente conhecido Central Park. Em sua maioria, elas já chegam aos locais das reuniões, onde leem e discutem clássicos da literatura, usando biquínis, para, assim, facilitar a prática de topless na cidade, cujas temperaturas sobem a cada dia com a proximidade do verão - há previsão de máximas de até 32ºC para os próximos dias. 

'Para cada mulher que fica nos olhando feio quando passamos e murmura que há crianças por perto, há uma dúzia que se aproxima e nos agradece pelo que estamos fazendo', diz ao tabloide britânico The Sun a fundadora do grupo, batizado de Coed Topless Pulp Fiction, que pediu para não ser identificada. 'Se você está em Nova York e o tempo está bom, por que não se juntar a nós algum dia propõe o blog das leitoras, 'um grupo de amigas, amigas de amigas, amigas de amigas de amigas e de completas estranhas que adoram livros e dias ensolarados e gostam de aproveitar os dois juntos de acordo com o que a lei permite'. 

'A polícia já nos abordou algumas vezes, mas os policiais sempre confirmam que o que estamos fazendo é completamente legal e sempre foram muito educados em relação a isso', continua ela, incentivando mais e mais mulheres a se igualarem aos homens e exibirem seus seios em público. 'Acho que recebemos menos assobios e assédio quando estamos de topless em um grupo do que quando qualquer uma de nós caminha pelas ruas completamente vestida.' 

Entre os livros que o grupo lê atualmente estão Blood on the Mink, de Robert Silverberg, False Negative, de Joseph Koening, e Choke Hold, de Christa Faust. 'Quanto mais mostramos às pessoas que ver os mamilos de uma mulher não levarão o céu a cair, mais liberdade e igualdade as mulheres terão', resume ela. ]


Mais fotos:




















Algo que não pode ser seriamente ignorando é se esse grupo fundado e organizado em Nova York, após um número expressivo de adeptas e simpatizantes homens, o que é algo natural, se coloque futuramente muito além da questão inocente pelo gosto da leitura e ar fresco no colo, como força política, uma nova minoria com poder de fogo de fazer reivindicações ora legítimas e ora bizarras e que interessados nessa força, vindos de todas as partes posso insuflá-lo com ideologias contraditórias e espúrias, o que é sempre um real perigo.

f\ato que excentricidades como essas não são exatamente uma novidade. Uma querida amiga confessou-me que na sua época de faculdade ( de filosofia ) as mulheres frequentaram as aulas praticamente dois anos sem calcinhas como manifestação de liberdade feminina ( e isso já fazem pelo menos três décadas segundo ela me disse ). Mesmo essas belas e quase todas bastante "sexy" amantes da leitura, já não se satisfazem em ler ao sol com o torso descoberto ( algo que não me incomoda, ao contrário até aprecio muito ) mas ficarem totalmente desnudas em público ( o que eu continuaria apreciando ) mesmo em dias frios no interior de livrarias, em saunas, em cercadinhos, o que a bem desconforto da boa leitura já se mostra algo suspeitadamente desnecessário.

Se esse movimento inusitado, trará algo de positivo à toda a uma sociedade ou permanecerá apenas com  mais um comportamento recreativo, como o nudismo, tabagismo, uso legalizado da maconha, prostituição monitorada pelo estado, jogos de azar, como alguma religião objetivamente excêntrica, etc, entre tantas outras exigências e demandas de minorias no Ocidente, o futuro dirá.

Por Helvécio S. Pereira




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Um comentário:

  1. Achei muito interessante. Preciso dar uma olhada com mais atenção para opinar legal. Mas em principio é um assunto que desperta a atenção e muito bonito. Volto a comentar.

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