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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

TALENTO, CONHECIMENTO E BELEZA... JUNTOS CERTAMENTE NOS INSPIRAM A TODOS... A PIANISTA UCRANIANA ANNA FEDEROVA



Como humanos, somos seres sociais, significando simples e primordialmente que fazemos coisas juntos e justamente juntos agregamos progresso e aprendizado. Nenhum de nós podeira se desenvolver sozinho, indo apenas um pouco além de algo bem primitivo. Só agregamos tantas coisas fantásticas à nossa vida pela infinita e lenta contribuição de incontáveis seres humanos antes de nós.

Por outro lado, a beleza sempre nos inspira, pessoas atraentes nos chamam a atenção, permanecem sobre o foco do nosso olhar e delas nos apropriamos de comportamentos, ideias, interesses, enfim elas nos inspiram, as vezes desejável e positivamente ou acidentalmente o contrário, mas elas não passam sem ser notadas diante de nossos olhos.



Logo quando casuisticamente temos a junção desses dois elementos, e juntos em torno de uma razão ou produção positiva, é um milagre e uma benção. Esse é apenas um dos infinitos casos na nossa existência humana.

Historicamente uma mulher, ou as mulheres não fariam o piano, talvez não inventasse a música como a conhecemos e como a construímos como linguagem, mas curiosamente, como metade de nossa humanidade, a melhor metade, a mulher é capaz de desenvolver  tudo que lhe venha a mão. As feministas radicais revolverão nos túmulos, mas o fato é que tutelada pelo homem, qualquer mulher pode e se torna melhor que o próprio homem. Nisso esteja um grande segredo e uma revolucionária maravilha nos designos de Deus.

A música e particularmente a música considerada e nomeada erudita não se desenvolveu da noite para o dia, sem penosos estudos e investigações, sem penosas experimentações e sem a contribuição multicultural, multinacional, de músicos, de compositores, de regentes de nações em períodos históricos inimigas e antagônicas. Sobreviveu à guerras, impedimentos territoriais, ideológicos, políticos, religiosos e preservada pela sua característica apontadamente divina, é deleite para pessoas congnitiva e sensorialmente atentas e sensíveis.

Por Helvécio S. Pereira



Anna Fedorova was born in Russia in 1982. She graduated from the Balakirev Musical College in Nizhniy Novgorod (piano class of professor G. Fadeeva) with distinction, in 2001. She graduated from the Glinka State Conservatory (Academy) in Nizhniy Novgorod (piano class of professor V. Starynin) in 2006, with distinction too. In 2009, she completed the postgraduate course in chamber music (class of professor K. Flerova) in the Glinka State Conservatory. 

She participated in master-classes with prof. Dmitri Bashkirov, Vladimir Krainev, Martino Tirimo, Helena Muzalas, Andrey Diev, Maxim Mogilevsky and also in the master-classes of the ensemble skill with prof. Alexander Bonduriansky and G.A. Fedorenko. She has collaborated many times with the State Symphonic Orchestra of Nizhniy Novgorod’s Philarmonia named after M. Rostropovich, and with the Chamber Orchestra “The Soloists of Nizhniy Novgorod”as well. Also she was invited and performed with the Symphonic Orchestra of the Municipality of Athens. 

Her recitals and performances with different orchestras and soloists took place in many Russian big cities and in Europe: Spain, Greece and Italy. In October of 2006, she was invited from the Russian Embassy in Greece and the Greek Minister of Culture to take part, as a member of an international team to participate in the “Russian Week Festival in Corfu”. Her repertoire includes various kinds of music, as well as modern composers and extensive chamber music repertoire. In 2011 Anna Fedorova entered postgraduate course in Prayner Konservatorium fur Musik und Dramatische Kunst, Vienna, Austria, in the class of prof. Robert Lehrbaumer.






ANA FEDEROVA NO BRASIL

( ENTREVISTA DADA EM 2014, QUANDO DE SUA VINDA AO BRASIL )

Um adro superlotado do Centro Cultural São Francisco enfrentou a ameaça da chuva e o longo atraso motivado por isso, mas não deve ter se arrependido: viu uma bela estreia da Orquestra Sinfônica Municipal de João Pessoa, armada com um repertório infalível, e uma apresentação arrasadora da pianista ucraniana Anna Fedorova, que tocou com intensidade o solo do “Concerto para piano nº 2”, de Rachmaninoff (atenção, cinéfilos: é aquele que aparece em Desencanto, de David Lean). Ela ainda deu um bis não programado: uma valsa de Chopin.
Ela se apresenta hoje de novo, às 20h, no Centro Cultural São Francisco, mas ao lado do violinista Alberto Johnson, paraibano radicado na Holanda, e do violoncelista holandês Fred Pot.
A seguir, a entrevista que ela deu ao Caderno 2 do Correio da Paraíba, publicada sábado. Ela fala da vida de concertista profissional e lembra passagens importantes da carreira. que ainda tem muito pela frente :
Você é ainda muito jovem e tem uma longa estrada na música pela frente. Quando decidiu se tornar uma pianista profissional?
Nasci em uma família de músicos – meus pais são pianistas e foram meus professores até os 18 anos. Eu sempre estive rodeada por música. Comecei a tocar piano aos 3 ou 4 anos, foi natural pensar que seria minha futura profissão já ali.
É uma vida em quase permanente trânsito, não? Esse aspecto é uma coisa boa ou um sofrimento?
Adoro viajar e adoro minha vida como uma pianista de concerto. A vida é sempre cheia de aventuras, novos conhecimentos, novas impressões e emoções. A única coisa com a qual sofro é o constante transporte de malas pesadas…
Você ainda vive na Ucrânia?
No momento, moro em Londres. Realmente amo essa cidade!
Você gosta de tocar por diversão em casa?
Adoro fazer música com meus amigos.
Música clássica, também? Ou, digamos, algo como jazz?
Pode ser música de câmera, peças para quatro ou talvez seis mãos em um piano, alguns arranjos divertidos.
Para você, qual foi o momento mais memorável da sua carreira até agora?
Eu posso dizer alguns: uma performance recente do 2º de Rachmaninoff na abertura da temporada dos Sunday Morning Concerts Series, no Amsterdam Concertgebouw, com casa lotada e transmissão ao vivo para internet, TV, rádio e telão na praça principal de Amsterdam; uma performance da 1ª de Tchaikovsky diante de 50 mil pessoas no festival Violon sur la Sable, na França; e ter lições e receber o louvor e apoio de alguns músicos como (o pianista alemão) Menahem Pressler e (o pianista e maestro húngaro) Andras Schiff.
Por fim, você gosta de Villa-Lobos?
Sim, eu adoro Villa-Lobos!
Lembra quando conheceu a música dele?
Eu acho que primeiro tive conhecimento dele através de suas obras para violão, há sete ou oito anos.


















OFICIAL SITE OF ANNA FEDEROVA

ANNA FEDEROVA.COM


In 2008, she graduated from the Lysenko Musical College for Gifted Children. She is currently a student of Norma Fisher at the Royal College of Music in London and additionally studies with Leonid Margarius at the Accademia Pianistica Incontri col Maestro in Imola,Italy.





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