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sábado, 19 de agosto de 2017

O QUE GANHAMOS COM A ARTE? É ELA NECESSÁRIA E IMPORTANTE COMO COMUMENTE SE CONVÉM APREGOAR AOS QUATRO VENTOS INDEPENDENTEMENTE DO VALOR DE CADA OBRA ARTÍSTICA?









Qual a utilidade da Arte?


Uma pergunta que frequentemente se faz é qual a importância ou impacto final da Arte na vida de cada pessoa, mesmo porque é muito mais perceptível o impacto da Arte como linguagem na sociedade humana.

A Arte é em última instância o verniz final que permeia todas as realizações materiais humanas. Um automóvel não depende percentualmente de seu desing para que se mova, embora em certa conta possa ter alguma influência em performance final, mas a sua receptividade e prazer por parte de quem o compra é inquestionável.




A Arte pode ser profundamente estudada em cada uma de suas peculiariedades mas ninguém prenscide do seu conhecimento para compulsoriamente usufruir do que ela, Arte, produz. Já vivemos algum dia sem a Arte?

Sim como todas as aquisições humanas vivemos sem ela e durante a nossa história aprendemos a usufluir de seus benefícios entretanto a Arte é ainda um luxo que apenas aprendemos a desfrutar.





A Arte, como linguagem, a semelhança da matemática que também é uma linguagem, ao lado das línguas nacionais, permite e efetiva e factualmente produz um desenvolvimento sensitivo e expressível fazendo de ambos, o produtor de Arte como o consumidor dessa Arte, observador, ouvinte, ambos, indivíduos com uma complexidade maior expressiva e sensitiva.

Temos em uma audição de música erudita, por exemplo no caso de uma sinfonia, a pianista chinesa, o piano de uma grande, senão o maior, fabricante judeu, a peça de um compositor russo, o maestro indiano e músicos advindos de diversas culturas, etnias e países, todos usufluindo a mesma complexa expressão artística.




A Arte é boa, ruim, ambas ou nenhuma das das duas coisas?


A Arte é meio e não fim, janela e não paisagem do outro lado da sua abertura. A Arte é a expressão sistematizada e compreensível em dado momento e posteriormente, e o que nele vemos e entendemos é somente aquilo que determinado artista produziu a partir de sua própria experiência singular, pessoal, úncia e temporal, a partir de experiências, crenças, e reatividade às coias a sua volta, podendo estar correto, errático nas suas percepções, serem elas úteis, inúteis ou maléficas.




O desembocar de tudo isso, vindo de muitos indivíduos artistas, de uma cultura ou tendência artística, de um tempo e época, de uma região, resultante de embates e crises existenciais de uma sociedade, de crenças e descrenças prevalentes, desembocam em um único usu fluidor, o consumidor de Arte.


Por Helvécio S. Pereira
























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