Mais uma vez usando a linguagem teatral e performática, três integrantes do FEMEN, chamaram a atenção, se não do Papa, de muitas pessoas, para a violência sofrida constantemente por mulheres em todo o mundo todos os dias; pela demanda de liberdades e direitos humanos mínimos simplesmente negados pela justificativa de gênero, como alfabetização, estudo, livre deslocamento, opinião, afetividade e saúde, entre tantas; além de proteção contra violência de todas as formas, opressão, prostituição forçada, e várias formas de exploração sexual contra a livre escolha das mulheres.
Em muitos lugares do mundo a mulher não passa de objeto e escrava sexual e braçal sem direito a nenhum futuro digno. Quanto a fé a situação muitas vezes não é a das melhores, exceto no meio protestante e evangélico em que algumas denominações oferecem a mulher a mesma dignidade e oportunidade de adoração a Deus e serviço religioso.
















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