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domingo, 2 de maio de 2010

DESENHISTA BRASILEIRO DESENHA SUPER HERÓI AMERICANO DESDE 1999

fonte da notícia: Folha Universal

Título original da notícia:Ele controla o Super-Homem




Conheça o brasileiro responsável por desenhar as histórias em quadrinhos do herói mais famoso do mundo

Quem vê o nome do ilustrador Eddy Barrows estampado na capa das revistas em quadrinhos de uma das mais tradicionais editoras do mundo, a DC Comics, dificilmente imagina tratar-se de um brasileiro: Eduardo Antônio Costa de Barros assumiu recentemente a responsabilidade de desenhar o Super-Homem.

A confusão de nomes começou em 1999, quando ele mandou ilustrações para editoras norte-americanas via fax e, como chegavam meio apagadas, quem os recebia não conseguia ler direito o nome e acabou trocando a assinatura “Eduardo Barros” por “Eddy Barrows”.

Ele só descobriu o engano 6 meses após a publicação do primeiro trabalho nos Estados Unidos, quando o novo nome já estava conhecido no mercado.

Detalhista e dono de traços precisos, Barros se considera
plenamente realizado. “Meu foco sempre foi chegar ao Super-Homem. Afinal, é um ícone. Só não esperava que fosse tão rápido, mas estou bem maduro para fazer esse trabalho e estou me divertindo a valer”, comemora.

O caminho até se tornar um dos desenhistas mais badalados do mundo não foi fácil. Nascido em Belém do Pará, em 1974, ele fez os primeiros rabiscos aos 4 anos.

Aos 6, começou a criar personagens e histórias imaginárias e, aos 9, ganhou o primeiro concurso de desenho.

Mas o pai, dono de um mercado, não via futuro para o filho como desenhista e o fez se dividir entre cursos de desenho com o trabalho de comerciante. Com 17 anos, Barros se casou com Silvana, com quem tem dois filhos e, para sustentar a família, abriu um bar, mas continuou desenhando por lazer.

Em 1997, Barros começou a trabalhar com desenho profissionalmente ao arrumar estágio no jornal “O Estado de Minas”, em Belo Horizonte (MG), e a colaborar para editoras de livros didáticos.

“Em 1999 descobri uma agência que faz intercâmbio de artistas brasileiros com empresas estrangeiras e, em 6 meses, consegui o primeiro trabalho.”

Em 2003 ele recebeu dois prêmios na França, o convite para desenhar nas revistas “G.I. Joe” e para trabalhar com personagens clássicos como Batman e Lanterna Verde. “Jamais imaginei conseguir viver de desenho.

Garanto que estou nesse mercado mais pelo prazer do que por fama ou dinheiro, apesar de me pagarem um salário estrondoso”, diz Barros, que conquistou tudo isso sem sair do Brasil e sem falar inglês. Ele tem contrato de exclusividade até 2013. (G.B.)


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