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segunda-feira, 16 de março de 2009

A PAISAGEM NA ARTE









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A faculdade humana de poder traduzir através da linha ou traço o que vê diante de si ou ainda o que imagina em sua mente possibilitou o gosto por um tipo de representação: a paisagem. Desenhada ou pintada ela funcionou, antes da invenção da fotografia, como o registro e a descrição do horizonte visto diante de nós. Teve papel fundamental no registro das novas terras descobertas, contato com novos povos antes desconhecidos e como eram a sua aparência e costumes.

O registro através do desenho da paisagem pode ser fruto de uma memória afetiva. Por exemplo, pessoas que vivem nas grandes cidades colocam em suas salas de estar e de jantar uma paisagem com montanhas, rios, vales, pastagens, etc. Tudo o que sabemos das cidades em um período anterior a invenção da fotografia se deve ao registro através de desenhos e -pinturas de paisagens urbanas de cidades como Paris, Rio de Janeiro, Nova York, Londres, etc. Há de ser lembradas ainda as Marinas, paisagens onde o mar e barcos pesqueiros se fazem presentes.

Nos filmes, histórias em quadrinhos, ilustrações de livros, vale destacar a criação de paisagens fictícias importantes na ambientação das histórias, na construção do mundo necessário para que as personagens ganhem vida. Outra variedade de registro desse tipo seriam os casarios e paisagens rurais.

Entretanto, na pintura, a introdução e o gosto pela paisagem, foi um processo não tão rápido. Após a Reforma Protestante, pintores e desenhistas deixaram de ter a representação de santos católicos como um tema explorado na pintura. Daí nos países protestantes como Holanda, entre outros, os pintores passaram a pintar paisagens e também natureza morta. Porém tais obras só eram encontradas em residências humildes.

A aceitação e um novo status da paisagem e da natureza morta demandou mais duzentos anos só sendo aceita e tendo um novo valor artístico por volta do século XVIII. Prova disso é a extensa obra de Van Gogh que consta de natureza morta, retratos e paisagens.

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